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Brasil leva 6 medalhas no último dia do Grand Prix de Guadalajara



Com pódios em todas as categorias do dia, o Brasil faturou duas pratas e quatro bronzes para finalizar a participação do GP em Guadalajara



Na imagem, Marcelo Fronckowiak, que foi um dos judocas que conquistou medalha para o Brasil no Grand Prix de Guadalajara.
Marcelo Fronckowiak, que foi um dos judocas que conquistou medalha para o Brasil no Grand Prix de Guadalajara. Foto: Tamara Kulumbegashvili/ IJF

O domingo (19) não foi um dia de ouvir o hino do Brasil no Grand Prix de judô, em Guadalajara (MEX). Porém, a bandeira brasileira esteve presente em diversos pódios e dois vice-campeonatos, com Marcelo Fronckowiak e com Beatriz Freitas. Ao todo, o país faturou um ouro, três pratas e 9 bronzes, totalizando 13 láureas na competição.

Finais do dia

Na categoria até 90 kg masculino, o Brasil faturou duas medalhas. Marcelo Fronckowiak, que entrou de bye na primeira rodada, e Guilherme Schimidt venceram todas até as semifinais. Em seguida, Marcelo passou de Adam Kopecky por ippon e foi à final. No entanto, Guilherme sofreu ippon para o italiano Christian Parlati, que seria o campeão da categoria e algoz do brasileiros. Na disputa do bronze, na repescagem, Guilherme aplicou um waza-ari e uma imobilização na sequência e venceu o belga Noah Christiaens. Na decisão, Marcelo sofreu dois yukos do italiano e ficou com a prata.

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Mais uma categoria que o Brasil subiu ao pódio chegando na decisão foi na categoria até 78 kg feminino, com Beatriz Freitas. Sua trajetória teve a compatriota nas quartas de final, Karol Gimenes, que venceu por um yuko. Ambas vieram de bye na primeira rodada. Beatriz avançou para a semifinal, enquanto Karol foi para a primeira rodada de repescagem. No caminho para o bronze, Karol sofreu o ippon da francesa Kalia Issoufi. Por outro lado, Beatriz aplicou um ippon na eslovena Metka Lobnik. Contudo, não teve a mesma felicidade contra a japonesa Kurena Ikeda, top-10 do mundo. Faltando 20 segundos viu a adversária aplicar uma chave em seu braço, fazendo a brasileira bater e ficar com a prata.

Mais medalhas

Em seguida, uma medalha para o Brasil com três lutas em cinco possíveis. Isso porque Leonardo Gonçalves começou de bye na categoria até 100 kg. Depois, venceu por yuko contra o norte-americano Daniel Liubimovski, mas perdeu na terceira rodada para o italiano Enrico Bergamelli, por yuko. Na repescagem, Leonardo passou pelo chileno Thomas Briceno por ippon. Todavia, na luta da decisão de bronze, seu adversário, o canadense Kyle Reyes se lesionou antes e a medalha ficou com o brasileiro.

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Na última categoria do feminino, acima de 78 kg, foi Giovanna Santos quem trouxe um bronze a mais para o Brasil. Passou de bye na primeira rodada e por três shidôs contra a italiana Erica Simonetti. Mas perdeu para a israelense Raz Hershko, que seria a campeã, na semifinal, por waza-ari. Recuperou-se na disputa de medalha de bronze contra a norte-americana Gusmary Garcia Savigne, vencendo por três shidôs.

Por fim, para garantir medalha em todas as categorias do dia, Rafael Buzacarini faturou o bronze no golden score. Estreou com um ippon contra o dominicano Jose Nova Alcantara, na categoria acima dos 100 kg. Porém sofreu três punições contra o tchéquio Lukas Krpalek e foi para a repescagem. Venceu o esloveno Vito Dragic por waza-ari e o norte-americano Alex Semenenko, precisando de mais de 1min30s de extensão da luta. Forçou o terceiro shidô do adversário para a conquista.

Jornalista formado em 2013, mas que atuo desde 2008, quando ingressei na Universidade P. Mackenzie, Trabalhei por seis anos no Diário Lance!, passei por Punteiro Izquierdo, Surto Olímpico, Torcedores, Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo, Liga Nacional de Basquete e N Sports. Entrei no OTD em Abril de 2023.

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