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Jogos Sul-Americanos da Juventude

 

Brasil é tetra dos Jogos Sul-americanos da Juventude com recorde de medalhas



Com 96% de estreantes, delegação brasileira encerra Jogos Panamá 2026 revelando talentos e superando a marca de Santiago 2017



Na imagem, Emily Kuster e Kevin Aguero, que foram os porta-bandeiras do Brasil na Cerimônia de Encerramento.
Emily Kuster e Kevin Aguero, que foram os porta-bandeiras do Brasil na Cerimônia de Encerramento. Foto: Juliana Ávila/COB

Após uma campanha brilhante, o Time Brasil manteve a hegemonia continental. Então, encerrou os Jogos Sul-Americanos da Juventude Panamá 2026 neste sábado (25), com ampla liderança no quadro de medalhas. Com 157 conquistas (58 ouros, 51 pratas e 48 bronzes), o Brasil segue sendo o único vencedor de todas as edições da competição. Como se não bastasse, a delegação brasileira bateu seu próprio recorde, superando Santiago 2017, quando havia conquistado 152 medalhas.

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Balanço dos Jogos

A consolidação do evento, que chega a sua quarta edição no calendário internacional, também resultou no aumento do nível das disputas. Seguindo o Brasil, a Argentina alcançou o segundo lugar pelo total, com 105 (32, 39 e 34), seguida da Colômbia, com 89 (26, 19, 44). Pelo número de ouros, a Venezuela chegou atrás do Brasil e ficou em segundo, com um total de 83 medalhas, sendo 33 de ouro, 21 de prata e 29 de bronze.

“Um dos nossos objetivos era ser tetracampeão dos Jogos. Chegamos como favoritos, mas na hora da disputa nada é fácil, ainda mais para equipes tão jovens. Por isso, o Comitê Olímpico do Brasil fez de tudo para entregar um ótimo nível de serviços para que os atletas tivessem toda a estrutura necessária para fazer o melhor possível”, disse o presidente do COB, Marco La Porta. “Essa competição dialoga muito bem com a nossa ideia de formar uma nação esportiva. O êxito no Panamá nos ajuda a forjar uma geração vencedora e inspirada pelos Valores Olímpicos”, completou o presidente.

Os destaques da participação brasileira foram muitos. Modalidades como atletismo, boxe, ciclismo estrada, tiro com arco, wrestling, esgrima, caratê, levantamento de pesos e tênis, por exemplo, ampliaram as conquistas em relação a Rosário 2022. Modalidades estreantes no Panamá, como surfe e flag football, chegaram ao pódio. A caçula do Time Brasil nestes Jogos, Ana Paula Delgado, de apenas 13 anos, garantiu a prata na trave da ginástica artística. Mas o destaque em número de medalhas foi Davi Vallim, da natação, que deixou o Panamá com 8 ouros e 1 prata.

Novos talentos

Apesar da confiança na boa performance, a liderança no quadro de medalhas não era o principal objetivo ao chegar no Panamá. Com 96% dos atletas participando de sua primeira delegação com o Time Brasil, o foco principal foi desenvolver novos talentos e uma geração inspirada e moldada pelos Valores Olímpicos. Além disso, com uma delegação formada por adolescentes, o COB deu atenção especial ao Esporte Seguro, priorizando a prevenção de riscos, o acolhimento e a proteção de todos os integrantes.

*Com informações do Comitê Olímpico Brasileiro (COB)

Jornalista formado em 2013, mas que atuo desde 2008, quando ingressei na Universidade P. Mackenzie, Trabalhei por seis anos no Diário Lance!, passei por Punteiro Izquierdo, Surto Olímpico, Torcedores, Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo, Liga Nacional de Basquete e N Sports. Entrei no OTD em Abril de 2023.

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