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Retornando às pistas, João Victor Oliva faz índice para o Mundial de Adestramento



João Victor Oliva é 3º no GP de Le Mans, atinge índice para o Mundial de Adestramento 2026 e volta a competir com Feel Good após um ano



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Foto: Luis Ruas/CBH

O cavaleiro olímpico João Victor Marcari Oliva começou com bons resultados sua caminhada rumo ao Campeonato Mundial de Adestramento de 2026. Montando Feel Good V.O., o brasileiro ficou em 3º lugar no Grande Prêmio do CDI3* de Le Mans, na França, nesta sexta-feira (17). Com isso, alcançou o primeiro índice técnico exigido para o Mundial de Aachen, na Alemanha.

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A dupla obteve média final de 69,478%, superando o mínimo de 66% exigido pela Federação Equestre Internacional (FEI) e garantindo notas expressivas de dois juízes de nível máximo (L4): 72,065% do francês Jean-Michel Roudier e 71,196% da russa Irina Maknami.

Retornando às pistas

Sem competir há mais de um ano, João celebrou o retorno positivo com o cavalo que o acompanhou nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 e nas medalhas de prata individual e por equipe nos Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023.

“Essa foi nossa primeira prova desde as Olimpíadas e, mesmo com tanto tempo fora, tive ótimas sensações. Conheço o Feel Good desde a doma e achei importante voltar a competir com ele. Saí contente com o resultado”, destacou o atleta.

A prova reuniu 26 conjuntos de 15 países, entre campeões olímpicos e mundiais. A britânica Charlotte Dujardin, com Alive and Kicking, foi a vencedora com 74,739%, seguida da francesa Pauline Basquin, com Sertorius de Rima Z IFCE (70,478%).

Agenda

João volta à pista neste domingo (19) para disputar o Grand Prix Special, buscando manter a boa sequência e consolidar o caminho rumo ao Mundial. “Foi um bom início de temporada e um recomeço com o Feel Good. O foco agora é chegar à melhor fase no Mundial”, concluiu.

*Com informações da Confederação de Hipismo (CBH).

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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