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Brasil e Argentina vão brigar para ver quem fica na frente no Mundial Sub-19



Rivais sul-americanos venceram Bahrain e Kosovo, pela ordem, nos primeiros jogos na chave que define do 21º a 24º lugar e se encontram nesta sexta no último confronto da competição



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(IHF)

Brasil e Argentina vão decidir no confronto direto quem fica na frente no Mundial Sub-19 de handebol masculino. As duas seleções venceram nesta quinta-feira (14) na primeira rodada da chave que definirá do 21º ao 24º lugar na competição. Os brasileiros derrotaram Bahrain por 33 a 25 e os argentinos passaram por Kosovo por 32 a 22 em partidas realizadas no Cairo, Egito.

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A chave do 21º ao 24º lugar foi montada após o final da President’s Cup, torneio que define no 17º ao 32º e último lugar do Mundial Sub-19. Ela funciona como uma semifinal, sendo que os vencedores jogam pelo 21º lugar e os perdedores, no caso Bahrain e Kosovo, disputam o 23º. O clássico sul-americano será nesta sexta-feira (15), às 11h15 pelo horário de Brasília.

Segundo tempo

O jogo entre Brasil e Bahrain foi igual no primeiro tempo. Os 30 minutos iniciais foram gol a gol até o Brasil escapar um pouco no 12 a 9. O Bahrain buscou o empate no 13 a 13, mas um tiro da marca dos nove metros de Kelvin no último segundo fez a seleção ir para os vestiários vencendo por 14 a 13. Na volta, marcou quatro vezes contra apenas uma do rival em três minutos e meio e abriu 18 a 14. A vantagem foi a 25 a 19 na metade da etapa complementar e os árabes não conseguiram mais reagir.

Números

Marcos Oliveira e George Michael foram os artilheiros do Brasil com seis gols em dez tiros do primeiro e seis de oito do segundo. Diogo também se destacou, marcando quatro vezes em quatro tiros contra a meta rival. No gol, Muriel pegou nove de 26 chutes, sendo um de sete metros, aproveitamento de 35%. Guilherme Henrique defendeu uma de oito (13%).

Jornalista com mais de 20 anos de profissão, mais da metade deles na área de esportes. Está no OTD desde 2019 e, por ele, já cobriu 'in loco' os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, os Olímpicos de Paris, além dos Jogos Pan-Americanos de Lima e de Santiago

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