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Ginástica de Trampolim

 

Gabriel Sousa e Vinicius Celestino alcançam semifinal do Mundial



Gabriel Sousa e Vinícius Celestino alcançam semifinal no sincronizado e fecham Mundial de Ginástica de Trampolim no 23º lugar



Gabriel Sousa e Vinícius Celestino no Mundial de Ginástica de trampolim
(Foto: Filippo Tomasi/CBG)

As duplas do Brasil entraram em ação no Campeonato Mundial de Ginástica de trampolim em Pamplona, na Espanha, nesta sexta-feira (7), para as fases preliminares do trampolim sincronizado. Gabriel Sousa e Vinicius Celestino ficaram no 23º lugar no masculino, enquanto Alice Gomes Honorato e Camilla Gomes terminaram na mesma colocação entre as mulheres.

Disputando pela primeira vez um Campeonato Mundial na categoria adulta, Gabriel Sousa e Vinicius Celestino conseguiram um bom resultado, com a classificação para a semifinal. Eles conseguiram 49.780 pontos, fechando a primeira fase da competição no 16º lugar entre 38 duplas. Mas na semifinal, os brasileiros tiveram um erro logo no início da apresentação. Sem poder concluir a prova, Gabriel e Vinicius tiraram 5.600, fechando a prova na 23ª colocação.

“A gente está muito feliz de ter chegado até aqui. O resultado não foi como a gente esperava, mas acontece. Competição é assim mesmo. Mas a gente está feliz de estar entre os melhores do mundo”, avaliou Vinicius Celestino.

Alice e Camilla em 23º no feminino

Camilla Gomes e Alice Gomes Honorato no Campeonato Mundial de Ginástica de trampolim
(Foto: FIlippo Tomasi/CBG)

Antes do Mundial, havia expectativa para um bom resultado de Alice Gomes Honorato e Camilla Gomes no sincronizado feminino. Afinal, a dupla já foi finalista do Mundial e teve um quarto lugar em 2019. Mas elas tiveram alguns problemas em Pamplona. Camilla sentiu um desconforto no pé em uma queda sofrida na competição individual e era dúvida para a prova de hoje. Elas conseguiram competir, mas tiraram apenas 22.270, ficando no 23º lugar. No feminino, como havia menos duplas inscritas, apenas 16 passavam para a semifinal.

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“A gente finalizou nossa participação no Mundial. Sabemos que poderia ter sido muito melhor. Fica um gostinho de quero mais. Mas eu vejo que de tudo é muito positivo que a gente conseguiu subir ali e se apresentar. Com a queda de ontem da Camilla, a gente não sabia se ia dar para competir ou não. Então subir hoje no trampolim e tentar foi algo muito positivo para a gente”, analisou Alice.

Jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e viciado em esportes

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