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Ginástica de Trampolim

 

Após três ouros, rainha do trampolim na América do Sul mira Mundial na China



Brasileira fechou Jogos Sul-Americanos com 100% de aproveitamento e agora volta o foco para Copa do Mundo e Campeonato Mundial



ROSÁRIO – Camilla Lopes deixou os Jogos Sul-Americanos Santa Fé-2026 com uma campanha perfeita, mas já voltou o olhar para os próximos desafios da temporada. Depois de conquistar três medalhas de ouro na ginástica de trampolim, a brasileira agora mira a sequência internacional, com Copa do Mundo, semana que vem, e o Campeonato Mundial, que acontece em novembro, pela frente.

Em Santa Fé, Camilla venceu todas as provas que disputou: o sincronizado misto, ao lado de Vinícius Celestino; o sincronizado feminino, com Alice Gomes; e o individual feminino.

Apesar do domínio continental, a brasileira destacou que o objetivo principal é chegar no auge nos grandes eventos internacionais. “Eu não queria estar 100% aqui, eu quero estar 100% no Mundial. Então é só mais um passinho para frente”, afirmou Camilla em entrevista ao Olimpíada Todo Dia.

A atleta explicou que a participação nos Jogos Sul-Americanos serviu também como uma etapa de preparação, em que a equipe brasileira pôde testar suas séries e fazer ajustes pensando nos próximos desafios. “A gente veio para fazer a nossa série que a gente tem preparado. É claro que ali na hora a gente teve que dar uma ajustada e tudo mais, mas acho que é parte do processo”, contou.

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Mundial como próximo grande objetivo

Após a maratona de finais em Santa Fé, Camilla terá pouco tempo para descansar. A brasileira revelou que a programação inclui a disputa da última etapa da Copa do Mundo antes do Mundial e, depois, um período de preparação na China. “A gente tem Copa do Mundo, que é a última etapa antes do Mundial. A gente vai para casa, fica uns 10 dias, já vai para a China, para a aclimatação. E depois tem o campeonato mundial”, explicou.

Mesmo com os três ouros conquistados na Argentina, Camilla sabe que o cenário internacional será muito mais desafiador. “As russas, chinesas, as meninas estão muito fortes nesse ciclo. Mudou algumas regras, então elas estão muito fortes”, avaliou.

Para a brasileira, o caminho é seguir evoluindo e buscando a melhor versão para as principais competições. “O nosso objetivo é continuar querendo dar o nosso máximo, melhorar cada dia mais. É continuar focada no objetivo, fazer as nossas séries e, se precisar ajustar ali, a gente vai continuar fazendo isso para conseguir o melhor resultado no Mundial”, afirmou.

Fundador e diretor de conteúdo do Olimpíada Todo Dia Jornalista esportivo desde 1997 com experiência em coberturas de Jogos Olímpicos, Copas do Mundo, Mundiais, Jogos Pan-Americanos e muito mais. Teve passagens por ESPN, Portal Terra, TV Gazeta, Gazeta Esportiva, Agora São Paulo e Agência Estado

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