A delegação brasileira saiu carregada de medalhas das finais por aparelho do Campeonato Pan-Americano de ginástica artística. Após o ouro de Rebeca Andrade no salto, o Brasil conquistou mais seis pódios. Destaque para Diogo Soares que conquistou a prata nas paralelas e na barra fixa. Ainda tivemos Vitaliy Guimarães em terceiro no solo e Arthur Nory levando o bronze na barra fixa. No feminino, a delegação teve bronzes de Sophia Weisberg nas assimétricas e de Thais Fidelis na trave.
- O dia do Brasil no esporte: confira a agenda desta quarta, 16 de setembro
- Jogadores analisam estreia vitoriosa do Brasil no Pré-Olímpico de Vôlei
- Corinthians larga em vantagem nas semifinais do Brasileirão Feminino
- Quadro de medalhas dos Jogos Sul-Americanos Santa Fé 2026
- Julia Coutinho avalia bronze nas barras: “Estou muito, muito feliz”
Nas barras assimétricas, Sophia Weisberg conseguiu a medalha de bronze, com direito à sua melhor nota no aparelho em competições internacionais. Ela tirou 13.033 para ficar no terceiro lugar. Ela cravou sua série com um maloney ligado com um gienger e consolidando sua nova saída de duplo mortal para frente com meia pirueta. A campeã da prova foi Aurélie Tran, do Canadá, com 13.533 pontos.
SIGA O OTD NO WHATSAPP, YOUTUBE, TWITTER, INSTAGRAM, TIK TOK E FACEBOOK
Na trave, Thais Fidelis ficou com a medalha de bronze. Ela perdeu duas das suas ligações na série, fazendo com que sua nota de dificuldade caísse. Thais tirou 13.533, ficando atrás da estadunidense Simone Rose e a argentina Isabella Ajalla que conseguiram 13.700. A ginasta da argentina levou o ouro no desempate (maior nota de execução). Julia Soares também se apresentou no aparelho. Ela contou com alguns desequilíbrios na série e ficou no quinto lugar com 13.233.

O Brasil ficou sem medalha o solo. Thais Fidelis ficou no quarto lugar com 13.166 pontos, enquanto Sophia Weisberg foi a oitava colocada com 12.366 pontos. A estadunidense Claire Pease venceu a disputa com 13.833.
Diogo, Vitaliy e Nory no pódio
Entre os homens, a primeira medalha veio com Vitaliy Guimarães no solo. Ele fez uma boa prova, com acrobacias cravadas, tirando 13.700. O ouro foi do veterano Jorge Vega Lopez, da Guatemala, que voltou a competir neste ano. Ele tirou 14.166 em uma série com alto grau de dificuldade.
Nas barras paralelas, Diogo Soares fez uma grande apresentação. Ele teve uma ótima execução para ficar com 13.900 pontos, levando a medalha de prata. Ele repetiu a colocação na barra fixa. Diogo surpreendeu aumentando a sua nota de dificuldade para tirar 14.133 pontos. Arthur Nory dividiu o terceiro lugar com o canadense Felix Dolci, com ambos tirando 14.033. O trio ficou atrás do vice-campeão olímpico Angel Barajas, da Colômbia, que tirou 15.233 em uma série de altíssimo grau de dificuldade e muito bem executada.
Diogo Soares foi o único brasileiro na final do cavalo com alças. Ele teve uma queda no Busnari que afetou suas notas de execução e dificuldade. Diogo tirou 10.500 e ficou na oitava posição. O campeão da prova foi Patrick Hoopes, dos EUA, com 14.566.