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Ginástica Artística

 

Duda Montesino e Clara Stecca lideram primeiras provas do Troféu Brasil



Maria Eduarda Montesino teve a maior nota do dia nas barras assimétricas e Clara Stecca lidera o salto no Troféu Brasil de ginástica artística



Maria Eduarda Montesino do Flamengo no Troféu Brasil de ginástica artística
(Foto: Paula Reis/CRF)

Começou o Troféu Brasil de Ginástica Artística em Natal, no Rio Grande do Norte. Na manhã desta sexta-feira (8), as ginastas do feminino se apresentaram em dois aparelhos. Maria Eduarda Montesino, do Flamengo, teve a maior nota do dia nas barras assimétricas. No salto, Clara Stecca, do GNU, ficou em primeiro lugar na qualificação.

Sophia Weisberg, do Pinheiros, fez a série mais difícil do dia nas barras assimétricas, com um valor de 5.2 de dificuldade. A ginasta acertou todas as suas conexões, incluindo um shapo ligado com um gienger. A novidade fica para sua saída. Ela executou pela primeira vez um duplo mortal para frente com meia pirueta. Sophia tirou 12.900 para sua apresentação.

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Em seguida, veio Maria Eduarda Montesino do Flamengo, também com um 5.2 de dificuldade. Elas apresentaram uma composição similar, com Duda também acertando o combo do shapo com o gienger, que para ela é novidade. A ginasta rubro-negra passou Weisberg por menos de um décimo, tirando 12.933.

Finalistas – barras assimétricas – Troféu Brasil 2026:

  1. Maria Eduarda Montesino (Flamengo) 12.933
  2. Sophia Weisberg (Pinheiros) 12.900
  3. Gabriela Barbosa (Pinheiros) 12.866
  4. Thais Fidélis (Sesi) 12.700
  5. Carolyne Pedro (Cegin) 12.666
  6. Larissa Machado (Flamengo) 12.566
  7. Nicole Bello (Flamengo) 12.066
  8. Ana Luiza Lima (Minas) 11.633
  9. Julia Coutinho (Flamengo) 11.533
  10. Gabriela Bouças (Flamengo) 11.266

Liderança gaúcha no salto

No salto sobre a mesa, a melhor média foi de Clara Stecca do Grêmio Náutico União. Ela fez um Tsukahara com pirueta (4.4 D) que recebeu 12.900 pontos. Em seguida, Clara apresentou uma reversão para frente com mortal carpado (3.8) que lhe garantiu 13.000 pontos. Como ela recebe um bônus por fazer saltos em direções diferente (um de costas e outro para frente), Clara Stecca ganha a bonificação do aparelho, ficando com uma média de 13.150.

A maior nota de salto individual foi de Vitória Custódio, do Cegin. A ginasta do clube paranaense tirou 13.233 pontos em um Yurchenko com pirueta e fez uma média de 12.649 pontos. Para a final, vale a pena ficar de olho em Larissa Machado, do Flamnego. Ela teve quedas nos seus dois saltos e tirou uma média de 12.133, ficando no sétimo lugar. Mas Larissa tem a combinação de saltos mais difíceis da competição: um Tsukahara com pirueta (4.4) e um Yurchenko com dupla pirueta (5.0).

Finalistas – salto feminino – Troféu Brasil 2026:

  1. Clara Stecca (GNU) 13.150
  2. Nicole Bello (Flamengo) 12.750
  3. Vitória Custódio (Cegin) 12.649
  4. Carolyne Pedro (Cegin) 12.466
  5. Julia Bastidas (Pinheiros) 12.399
  6. Beatriz Lima (Sesi) 12.299
  7. Larissa Machado (Flamengo) 12.133
  8. Bárbara Wigger (ADIEE) 12.100

Jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e viciado em esportes

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