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Júlia Soares ‘turbina’ série na trave visando Mundial em Jacarta



Medalhista olímpica Júlia Soares adiciona dificuldade na trave no Brasileiro e projeta evolução para o Mundial de 2025



Júlia Soares 'turbina' série na trave visando Mundial em Jacarta
Foto: Miriam Jeske/COB

Júlia Soares é a caçula da equipe que conquistou a histórica medalha olímpica nos Jogos de Paris-2024. A ginasta de 20 anos encantou o Brasil e o mundo com suas séries no solo e na trave. Vivendo sua primeira fase após a Olimpíada, ela pensa em acrescentar novos elementos para elevar suas notas nestes aparelhos. 

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O primeiro sinal disso veio no Campeonato Brasileiro de Ginástica Artística, no Recife. Na capital pernambucana, Júlia adicionou um “rasgado com o pé na cabeça”  em sua série na trave. A dificuldade ficou em 5.4 e a ginasta ficou com 13.033 nas classificatórias. Ela ainda teve 0.1 descontados, mas sua nota foi a terceira melhor do aparelho. A final acontece neste domingo (7) e a paranaense está entre as favoritas pelo título. 

“Acho que há muito tempo eu já vinha pensando em colocar mais dificuldade na trave. Eu coloquei o rasgado com o pé na cabeça. É claro que eu quero colocar outras dificuldades, mas justamente por estar voltando a competir, eu coloquei para ver como vou me sentindo, como virão as notas”, explicou. 

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PRA FICAR DE OLHO🤸‍♀️👀 Vice-campeã por equipes com o Pinheiros, Júlia Soares voltou com tudo no Brasileiro de Ginástica Artística. A medalhista olímpica trouxe um elemento novo para a sua famosa série na trave: a rasgada com o pé na cabeça. No geral, sua ideia testar elementos novos e, consequentemente, elevar a suas notas.

♬ som original – Olimpíada Todo Dia

Em entrevista recente ao Olympics, Júlia Soares revelou que vai focar justamente no solo e na trave visando o Campeonato Mundial de Ginástica Artística, que acontece entre os dias 19 e 25 de outubro na Indonésia. No entanto, é provável que não teremos mais novidades nas séries. 

“Esse ano, acredito que não colocaria mais, porque é o meu primeiro ano do ciclo olímpico. É um pouco mais difícil voltar à performance que era sempre antes. É algo novo para mim, mas acredito será uma experiência muito boa para mim”, contou. 

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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