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Com quarteto brasileiro, Orlando Pride domina e vence na NWSL



Donas da casa ditaram o ritmo, mas esbarraram na retranca adversária até os 43 minutos do segundo tempo. Luana Bertolucci e Rafaelle também atuaram.



Sem Marta, Orlando Pride perde mais uma e tem começo difícil na NWSL
Foto: Orlando Pride

Nesta sexta-feira (24), o Orlando Pride teve que suar a camisa e testar a paciência de sua torcida para arrancar uma vitória dramática contra o Chicago Red Stars. Em partida válida pela temporada regular da NWSL (National Women’s Soccer League), a equipe da Flórida venceu por 1 a 0 na reta final do confronto, coroando uma atuação marcada pela forte presença brasileira em campo.

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No complemento da rodada, o Portland Thorns empatou com o Gotham por 2 a 2 em Portland. A brasileira Bruninha entrou em campo para o Gotham aos 33 minutos do segundo tempo, quando o placar já estava em 2 a 2. Mais cedo, o Houston Dash, da brasileira Rebeca – que segue emprestada para o Dux Logroño, venceu o Bay por 1 a 0.

O jogo

O técnico do Pride escalou a craque Marta e a meio-campista Angelina entre as titulares, ajudando a ditar o ritmo de um jogo que rapidamente se desenhou como um cenário de ataque contra defesa. As donas da casa tiveram amplo domínio da posse de bola e da criação de jogadas, sufocando a saída do Chicago. Os números refletiram o massacre ofensivo: o Orlando registrou impressionantes 28 finalizações ao longo dos 90 minutos, sendo 10 delas na direção do alvo.

Do outro lado, o Chicago Red Stars adotou uma postura mais reativa, apostando em blocos baixos e saídas esporádicas de contra-ataque. A estratégia visitante rendeu 10 chutes, mas apenas dois exigiram intervenções reais da goleira do Pride.

Apesar do volume avassalador, a bola teimava em não entrar. Marta e Angelina foram substituídas na etapa complementar, enquanto o treinador buscava novas alternativas para furar o bloqueio adversário. Nesse processo de renovação do fôlego, outras duas atletas da seleção brasileira foram acionadas: a volante Luana Bertolucci e a zagueira Rafaelle entraram para dar consistência ao meio-campo e segurança à defesa, permitindo que o time seguisse pressionando sem sofrer sustos lá atrás.

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O alívio e a justiça no placar só vieram nos suspiros finais. Aos 43 minutos do segundo tempo, a persistência do Orlando foi recompensada. Julie Doyle, que havia entrado na partida aos 25 minutos da etapa final, encontrou o espaço necessário na área adversária e balançou as redes, definindo o 1 a 0 e garantindo a festa das mandantes.

Formado em Jornalismo e completamente apaixonado por esportes, pelo poder de transformação que ele tem na vida das pessoas. Estive em Paris 2024.

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