A Copa do Mundo Feminina de futebol de 2027 promete ser o ápice da modalidade no Brasil. O país vai receber o evento pela primeira vez em sua história e, nos últimos anos, a Seleção Feminina vem mostrando potencial para voltar a brigar pelo título do torneio. Contudo, a equipe brasileira pode não contar com sua maior jogadora de todos os tempo em campo.
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Neste domingo (13), foi ao ar uma entrevista exclusiva de Marta ao Esporte Espetacular, programa da rede Globo de televisão. A camisa 10 da Seleção Brasileira de futebol feminino está no Equador para a disputa da Copa América. Aos 39 anos de idade, ela foi realista ao refletir o futuro de sua carreira.
“Sempre vou estar, de alguma forma. Agora, jogando é difícil, porque até agora a gente não descobriu como fazer isso, se tiver um jeitinho, se tiver, mas eu não sei cara, não sei como é que vai ser.”, disse Marta.
“Não sei como vai ser daqui a um mês, o que sei é que estou vivendo esse momento. Estou aproveitando o máximo dessa preparação pra minha última Copa América e quero terminar com uma imagem muito bonita, levantando a taça, curtindo com as meninas o máximo possível”, completou.
Hegemonia na América do Sul
Atual campeão, o Brasil defende uma hegemonia na Copa América Feminina. Em nove edições do torneio, as brasileiras levantaram o troféu em oito oportunidades. Por enquanto, a única vez que a seleção terminou a competição sem o título aconteceu em 2006, quando a Argentina foi a campeã.
+Tabela da Copa América de futebol feminino
Além da hegemonia, a Copa América Feminina também vale uma vaga direta nos Jogos Olímpicos de Los Angeles-2028 para as campeãs. O Brasil está no grupo B, junto com Colômbia, Paraguai, Bolívia e Venezuela, contra quem faz sua estreia neste domingo, às 21h (de Brasília).