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Brasil fica sem o título do Sul-Americano Sub-17 Feminino



Seleção Feminina venceu Colômbia na última rodada, mas não superou Equador e Paraguai no saldo de gols e quebrou sequência de títulos



Brasil x Colômbia - Sul-Americano Sub-17 de futebol feminino
Foto: Divulgação/Conmebol

O Brasil encerrou um ciclo de hegemonia no Campeonato Sul-Americano Sub-17 de futebol feminino. Neste sábado (24), a Seleção Feminina da categoria venceu a Colômbia por 1 a 0 na última rodada do hexagonal final. Apesar do resultado positivo e liderança momentânea, o time treinado por Rilany Silva não levantará o troféu da edição realizada na Colômbia. 

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Para ficar com o título de 2025, a equipe brasileira tinha a missão de golear as colombianas por, no mínimo, quatro gols de diferença. O gol de Evelin aos 23 do segundo tempo até deu um pouco de esperança para as brasileiras, mas o tempo foi passando e o sonho de levantar o troféu ficou mais longe. 

Com a vitória, o Brasil chegou a nove pontos e assumiu a liderança do hexagonal final temporariamente. Na sequência, Paraguai e Equador, ambos com oito pontos, jogaram para definir o campeão do torneio. O título terminou com as paraguaias, que venceram por 1 a 0. A única esperança brasileira era superar o saldo de gols dessas equipes e torcer por um empate entre as duas. Como isso não aconteceu, a Seleção Feminina terminou com o segundo lugar e foi quebrada uma sequência de três títulos seguidos (2018, 2022 e 2024). 

Campanha do Brasil

O começo do Brasil no Sul-Americano Sub-17 Feminino foi promissor. A equipe comandada por Rilany Silva fez a melhor campanha de toda a primeira fase, com quatro vitórias, 13 gols marcados e apenas um sofrido. O resultado garantiu o primeiro lugar do grupo B, que contou com Equador, Peru, Uruguai e Bolívia. 

As coisas mudaram no hexagonal final do torneio. Antes da partida deste sábado, a Seleção Feminina só havia conquistado uma vitória em quatro partidas. O time estreou com empate em 1 a 1 contra o Paraguai. Em seguida, fez 4 a 0 no Peru, mas ficou no 0 a 0 com o Equador e no 2 a 2 diante do Chile.

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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