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Brasil reage no fim, mas perde para a Venezuela na estreia do Pan Sub-23



Seleção chegou na penúltima entrada perdendo por quatro corridas, descontou três, mas não conseguiu o empate na competição que vale vaga no mundial da categoria



Brasil Venezuela Pan-Americano sub-23 de beisebol lima peru
(divulgação/Federación Peruana de Béisbol)

O Brasil perdeu para a Venezuela por 4 a 3 nesta segunda-feira (20) na primeira rodada do Pan-Americano Sub-23 de beisebol de Lima, no Peru. A partida estava controlada pelos venezuelanos até o final da quinta das sete entradas. Nas duas últimas, a seleção brasileira reagiu e quase buscou o empate.

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O Pan-Americano Sub-23 de beisebol disputado em Lima é apenas para países sul-americanos. Além de Brasil e Venezuela, Argentina e Peru estão na briga. Eles jogam no sistema de todos contra todos, em dois turnos, e ao final das seis rodadas quem vencer mais fica com o título e a vaga.

Outro pan

O campeão se junta a Panamá, Porto Rico e Cuba como quatro classificados do continente para o mundial. Panamenhos, porto-riquenhos e cubanos conquistaram a vaga no Pan-Americano Sub-23 para países da América Central, América do Norte e Caribe disputado no Panamá entre o fim de setembro e o início de outubro.

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Programação do Brasil

Na próxima rodada do Pan-Americano Sub-23, o Brasil enfrenta o Peru. Será nesta terça-feira (21), às 16h30, em Villa María del Triunfo, sede de todas as partidas. Na quarta-feira (22), às 12h30, o confronto será contra os argentinos. No returno, a ordem dos jogos é a mesma, então o Brasil pega Venezuela, Peru e Argentina nos dias 23, 24 e 25 de outubro, às 12h30, 16h30 e 11h. Os horários são sempre de Brasília.

Começou na lógica

Na estreia desta segunda, contra a Venezuela, o Brasil cedeu duas corridas na terceira entrada e mais duas na quinta. Assim, entrou no bastão no topo da sexta perdendo por 4 a 0. Os dois primeiros rebatedores foram eliminados em três arremessos. O primeiro numa bola rasteira de Nathan Odaiara e o segundo num strike out em cima de Andrew Coelho.

Brasil Venezuela Pan-Americano sub-23 de beisebol lima peru
(divulgação/Federación Peruana de Béisbol)

Assim, tudo parecia controlado pela Venezuela, país com muita tradição no esporte. Eis que veio uma troca de arremessador, entrando Espinoza González no montinho. Logo no primeiro confronto, Felipe Koragi arrancou um walk e foi para a primeira base. A seguir, ele avançou para a segunda num wild pich de González e chegou na terceira num roubo de base. Na sequência, Gabriel Gomes rebateu uma simples para a esquerda, impulsionou Koragi para casa e o Brasil anotou a primeira corrida.

Brasil no placar

O rebatedor seguinte brasileiro era Lucas Alexandre, com dois fora e Gabriel Gomes na primeira. Lucas fez contato, mas uma bola voadora que parou na luva da defesa venezuelana para encerrar a parte alta da sexta entrada. Na baixa, o Brasil cedeu apenas uma base e, portanto, entrou no topo da sétima e última perdendo por 4 a 1.

A Venezuela optou por colocar um arremessador novo, Guzmán Aguilar, mas não funcionou bem. No primeiro confronto, Vinicius Santos achou logo o primeiro arremesso e chegou na primeira base. Foi para a segunda em um novo wild pich venezuelano e correu para casa impulsionado por uma tripla de Lucas Sasaki. A desvantagem caiu para 4 a 2.

Troca providencial

A terceira corrida brasileira veio numa rebatida de sacrifício de Gabriel Itikawa que impulsionou Lucas Sasaki. Com apenas um fora, o Brasil colava no 4 a 3. O rebatedor seguinte, Matheus Silva, avançou para a primeira base uma bolada de Aguilar. Arriscado de tomar a virada, o técnico venezuelano pediu tempo e foi falar com seu arremessador.

Deu certo. Aguilar forçou uma rebatida ruim de Nathan Odaira e gerou a segunda eliminação. André Setagawa, que havia entrado no lugar de Matheus Silva, foi pego na segunda base. A terceira eliminação, e consequente fim de partida, foi um strike out sobre Andrew Coelho.

Jornalista com mais de 20 anos de profissão, mais da metade deles na área de esportes. Está no OTD desde 2019 e, por ele, já cobriu 'in loco' os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, os Olímpicos de Paris, além dos Jogos Pan-Americanos de Lima e de Santiago

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