O atletismo brasileiro teve mais um dia de destaque nos Jogos Sul-Americanos da Juventude ao conquistar oito medalhas nesta sexta-feira. O principal resultado veio no salto triplo masculino, com uma dobradinha no pódio liderada por Nicolas da Silva, que ficou com o ouro, seguido pelo bronze de Guilherme Santos.
- Bulgária bate República Dominicana e ganha moral antes de enfrentar o Brasil
- Brasil x Bulgária: onde assistir e tudo sobre o terceiro jogo da seleção na VNL
- Ingrid Martins e parceira russa arrasam rivais e avançam à decisão
- Yuri Mansur e Gabriel Machado são campeões na França e no Canadá
- Acompanhe ao vivo: Brasil x Bulgária na Liga das Nações feminina (VNL 2026)
+ SIGA O OTD NO WHATSAPP, YOUTUBE, TWITTER, INSTAGRAM, TIK TOK E FACEBOOK
Além do topo do pódio no salto, o Brasil também somou duas medalhas de prata. No lançamento de dardo masculino, Pedro Faustino da Silva alcançou 68,19 m e terminou na segunda colocação, atrás de atleta da Colômbia. Nos 800 m masculino, Max Alves da Silva ficou com a prata ao marcar 1min57s01, em prova vencida por competidor da Argentina.
Outras cinco medalhas vieram em forma de bronze, mostrando a consistência brasileira ao longo do dia. Nos 110 m com barreiras, Gustavo Pacheco Gomes terminou em terceiro com 14s24, atrás de atletas da Colômbia e do Chile. Nos 2000 m com obstáculos feminino, Ana Laura Domingues Trevisan garantiu lugar no pódio com o tempo de 7min17s31.
O Brasil também subiu ao pódio nos 800 m feminino, com Thais Azarias da Silva, que completou a prova em 2min14s94, e no revezamento 4×100 m masculino, que ficou com o bronze ao marcar 43s23, atrás de Guiana e Chile.
Quadro de medalhas
Brasil segue sendo o país com mais medalhas na modalidade, mas não deve ser o primeiro no quadro. Com 20 medalhas conquistadas em três dias, sendo quatro de ouro, oito de prata e oito de bronze, o país ainda segue atrás do colombianos, que foram ao pódio 11 vezes, mas em sete no lugar mais alto. Brasil ainda está empatado em número de ouros com o Chile e o Equador.