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Luana Moura fica fora da final no salto com vara em Rhine-Ruhr 2025



Brasileira parou nos 3m90 e ficou na 17ª colocação ao lado de neozelandesa. Para avançar, precisaria ter superado em pelo menos 15 centímetros a melhor marca da vida dela



Luana Moura salto com vara atletismo Universíade Rhine-Ruhr 2025 Alemanha
(Kevin Voigt/Rhine-Ruhr 2025)

A brasileira Luana Moura não avançou para a final do salto com vara no atletismo da Universíade Rhine-Ruhr 2025, na Alemanha. Ela saltou 3m90 e ficou na 17ª colocação na qualificatória disputada nesta quinta-feira (24), no Lohrheidestadion, em Bochum. A classificação previa saltar pelo menos 4m35 ou ficar entre as 12 melhores.

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Luana Moura saltou no Grupo A da qualificatória. Ela começou com o sarrafo a 3m70 e passou na primeira tentativa. Depois, superou os 3m90 no segundo salto e falhou nos 4m05, essa a melhor marca da carreira dela.

A neozelandesa Hannah Mae Adye teve praticamente o mesmo desempenho da brasileira e também ficou com a 17ª colocação. A única diferença é que ela começou nos 3m50, superados logo de cara. Dentro do grupo, ambas ficaram com a décima posição.

Todas no 4m20

As doze classificadas para a final do salto com vara no atletismo da Universíade saltaram 4m20. Quatro delas dividiram a primeira colocação: Julia Michlyn Fixsen, dos Estados Unidos, Elien Vekemans, da Bélgica, Elise de Jong, da Holanda e a britânica Nemiah Munir.

Em quinto apareceram a estadunidense Toriana jo Thomas e a canadense Rachel Grenke. A seguir, em sétimo, a australiana Tryphena Hewett e a norueguesa Kitty Faye. Em nono ficou a ucraniana Olha Belchenko e, em décimo, a britânica Gemma Tutton, a polonesa Maja Chamot e a estoniana Miia Tillmann.

Desempate

O desempate no salto com vara leva em consideração em qual das três tentativas a atleta atingiu a marca. Quem conseguir primeiro fica na frente. Se mais de uma conseguir na mesma tentativa, passa a valer a anterior e assim por diante.

Jornalista com mais de 20 anos de profissão, mais da metade deles na área de esportes. Está no OTD desde 2019 e, por ele, já cobriu 'in loco' os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, os Olímpicos de Paris, além dos Jogos Pan-Americanos de Lima e de Santiago

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