A derrota do Brasil para a Ucrânia por 3 sets a 1, nesta quarta-feira (24), em Ljubljana, na Eslovênia, deixou uma lição clara para a seleção masculina de vôlei: controlar melhor os momentos de instabilidade. Depois da primeira derrota brasileira na VNL 2026, o levantador Cachopa reconheceu que a equipe teve oportunidades ao longo da partida, mas não conseguiu aproveitá-las.
- Fernando Romboli vence e avança às quartas no Challenger 125 do Porto
- Joaquim Mendonça e Welton Menezes vencem na estreia do quali na Guatemala
- Erik Scheidt vence mais duas regatas e assume a ponta no Mundial de ILCA 6
- Medalhista olímpica, Carolana revela diagnóstico de câncer no colo do útero
- Leandro Pena avança por W.O. nas duplas do WC1000 de Riviera Francesa
Após a partida, o levantador Cachopa reconheceu que a equipe teve oportunidades ao longo do jogo, mas não conseguiu aproveitar os momentos favoráveis. Para ele, a principal lição é que o Brasil precisa controlar melhor aquilo que depende do próprio time.
“O que fica de lição é que a gente precisa melhorar o que a gente pode controlar. Em vários momentos da partida a gente teve chance de fazer coisas boas e não conseguiu aproveitar as oportunidades. Hoje, sem tirar os méritos do time da Ucrânia, a gente poderia ter saído melhor dos momentos de dificuldade como um time em geral”, afirmou Cachopa.
Sequência pesada pela frente
O Brasil perdeu com parciais de 29/27, 22/25, 25/22 e 25/21. A seleção reagiu após sair atrás, empatou a partida no segundo set, mas voltou a sofrer nos momentos decisivos das duas parciais seguintes. O tropeço também aumenta o peso da sequência brasileira na segunda semana da VNL. Depois de perder para a Ucrânia, a seleção encara, em tese, os dois jogos mais difíceis da etapa de Ljubljana: a Itália, bicampeã mundial, na sexta-feira (26), e a Eslovênia, dona da casa, no sábado (27). Depois, fecha a semana contra o Canadá, no domingo (28).
“Agora a gente precisa estudar, se preparar, trabalhar mais e ver o que a gente pode melhorar do nosso lado para enfrentar essa série dos próximos três jogos”, completou Cachopa.
Fim da invencibilidade
A derrota para a Ucrânia encerrou a invencibilidade brasileira na competição. Antes da viagem para a Eslovênia, o Brasil havia feito uma primeira semana forte em Brasília, com vitórias sobre Irã, Bélgica, Sérvia e Argentina.