A semifinal da Copa Brasil feminina promete um duelo de alto nível em Londrina entre Osasco e Sesc Flamengo. Quem deixou claro o tamanho do desafio foi a líbero Camila Brait.
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Experiente e acostumada a decisões, Brait destacou o grau de exigência que o confronto impõe ao time paulista.
“Jogar contra o Sesc Flamengo tem que dar algo a mais se não, não ganha. É uma grande equipe, elas erram pouco, quando a bola está ruim elas coloca, para jogar, é muito difícil jogar contra elas.”
A capitã do Osasco também afirmou o ponto chave para vencer o Sesc Flamengo, algo que a equipe ainda não conseguiu fazer nesta temporada.
“Temos que errar pouco, porque se não chega ali no final do set elas acabam levando. Temos que ter cabeça boa, não ficar levando o erro para frente.”
A despedida de Camila Brait
Aos 37 anos, Camila Brait vive sua última temporada como atleta profissional. Em seu currículo, a jogadora esbanja títulos e também medalhas, a mais importante delas foi a prata em Tóquio 2020.
O Ginásio do Moringão, em Londrina, será palco do primeiro confronto das semifinais, às 18h30, reunindo Sesc RJ Flamengo e Osasco São Cristóvão Saúde em mais um capítulo de uma das rivalidades mais tradicionais do vôlei brasileiro.
As duas equipes vivem momentos relevantes na temporada. O Flamengo mantém uma trajetória sólida na Superliga Feminina e levou a melhor nos dois duelos contra o Osasco nesta edição.
Já o time paulista chega com calendário intenso, conquistou a Supercopa e também terminou na segunda colocação do Sul-Americano de Clubes.