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Brasil perde por 3 a 1 e Itália fica com o título da VNL Feminina



Itália confirma o favoritismo e vence o Brasil por 3 sets a 1 na final da Liga das Nações (VNL) de vôlei feminino



Gabi ataca a bola contra o bloqueio da Itália na final para o Brasil na VNL Feminina
(Foto: Volleyball World)

A Itália é bicampeã da VNL Feminina. O Brasil tentou, mas não conseguiu derrotar as atuais campeãs olímpicas. A seleção brasileira venceu o primeiro set, mas as italianas conseguiram a virada e venceram o jogo por 3 a 1 (parciais de 22/25, 25/18, 25/22 e 25/22). Esse é o segundo título italiano na VNL Feminina, enquanto o Brasil ganhou sua quarta medalha de prata na competição.

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Em uma série de mais de 30 jogos de invencibilidade, a Itália chegou na final com status de favorita, o que as próprias atletas brasileiras reconheciam. As campeãs olímpicas terminam a VNL em uma campanha invicta: 15 vitórias e apenas oito sets perdidos. A oposta Antropova foi o destaque da final com 18 pontos (13 no ataque, quatro de bloqueio e um ace). Myriam Sylla fez 16, enquanto Paola Egonu anotou 12 pontos. Do lado do Brasil, Gabi foi a principal pontuadora da equipe com 15 acertos (10 de ataque, quatro de bloqueio e um de saque) e 12 para Julia Kudiess (sete de ataque e cinco de bloqueio).

Brasil sai na frente

O Brasil começou bem no jogo, aproveitando alguns erros da Itália para pontuar. Nesse momento, a seleção brasileira chegou a liderar o placar por 8 a 4. Mas aos poucos, as campeãs olímpicas começaram a entrar no jogo, com um bom desempenho no bloqueio e Egonu atacando bolas difíceis de serem defendidas. A Itália passou na frente e vencia o set por 19 a 15. Foi quando José Roberto Guimarães fez uma mudança no time. Ele colocou Roberta e Helena no lugar de Macris e Rosamaria. Os levantamentos ficaram mais certeiros e com Helena, ponteira de origem, jogando como oposta para confundir a marcação adversária. O Brasil cresceu na reta final do set, com Gabi e Julia Kudiess anotando pontos importantes para a virada brasileira.

Virada italiana

Mas o Brasil não manteve o embalo no início do segundo set. A Itália veio com força no saque, desestabilizando o passe das brasileiras. Assim, elas dispararam no placar com tranquilidade. Destaque para a líbero De Gennaro, que fez um ótimo trabalho no fundo de quadra. A seleção brasileira até diminuiu a diferença no final do primeiro set, mas a Itália ganhou por 25/18 para empatar a partida.

Após ficar zerada no ataque no início do jogo, Rosamaria voltou para a quadra no terceiro set. Ela conseguiu virar bolas importantes, principalmente no início da parcial, quando o Brasil chegou a liderar por 11 a 9. Mas do outro lado, também teve mudança de opostas. Saiu Egonu e entrou Antropova, que fez um set espetacular no ataque. As italianas viraram o set e venceram por 25/22.

No final do terceiro set, Kisy entrou no time brasileiro. A oposta salvou dois set points e continuou no quarto set, onde continuou jogando bem. As centrais brasileiras também melhoraram na parcial, com destaque para os ataques de Diana e Julia Kudiess ampliando sua liderança na classificação de melhor bloqueadora da VNL 2025. Mas a Itália ainda estava melhor na virada de bola, principalmente com Antropova e Myriam Sylla, anotando 25/22 no set final para garantir o título.

Jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e viciado em esportes

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