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Bruno Soares revela bastidores ao lado de Nick Kyrgios no UTS Rio



Coach de Kyrgios no UTS Rio, Bruno Soares fala sobre relação com o australiano que conheceu quando o jogador tinha apenas 17 anos



Nick Kyrgios teve Bruno Soares como técnico no UTS Rio de Janeiro e o brasileiro revelou relação com o tenista australiano
Foto: Divulgação/ UTS Tour

Rio de Janeiro – (RJ) Bruno Soares foi um dos técnicos convidados para o UTS Rio de Janeiro. O ex-tenista brasileiro integrou a equipe do australiano Nick Kyrgios e demonstrou o carinho que tem pelo astro, que conheceu quando ele tinha apenas 17 anos. Além disso, Bruno comentou sobre as regras da competição e apontou quais delas gostaria de ver no circuito profissional.

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Experiência como coach

Bruno revelou aos jornalistas presentes no evento que recebeu o convite para integrar a equipe de Nick Kyrgios e aceitou a oportunidade imediatamente.

“Eu conheço o Nick desde que ele tinha 17 anos, quando chegou ao circuito. Foi naquela época em que ele era uma grande promessa e venceu o Rafael Nadal. Desde então, criamos uma boa relação e convivemos bastante. Quando surgiu o convite para trabalhar com ele aqui, aceitei na hora. É um privilégio poder passar alguns dias ao lado dele”, destacou.

Durante as partidas, o papel de Bruno Soares foi orientar o australiano e oferecer instruções estratégicas em busca da vitória. Kyrgios, de 31 anos, é reconhecido pelo enorme talento, mas também pelo temperamento explosivo dentro de quadra. Nesse contexto, a experiência do brasileiro foi um apoio importante ao longo da competição.

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O que levaria do UTS Rio para o circuito profissional?

O UTS é um torneio de exibição, sem distribuição de pontos para o ranking da ATP, e conta com regras diferentes das adotadas no circuito profissional. Ainda assim, Bruno Soares acredita que algumas delas poderiam ser incorporadas aos torneios tradicionais.

“Eu manteria dois saques, porque jogar com apenas um é uma mudança muito radical. Mas esse formato em quartos é bem interessante. Poderia ser usado tranquilamente em torneios ATP 250, permitindo que mais jogadores atuassem na quadra central e reduzindo um pouco o desgaste ao longo da temporada. Acho muito bacana. São partidas de cerca de 50 minutos, dinâmicas e intensas. Além disso, os 15 segundos entre os pontos deixam o jogo mais rápido, e o formato da pontuação também é muito interessante”, concluiu.

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