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Brasil domina Sul-Americano Sub-15 e Sub-19 de tênis de mesa e fatura quatro ouros



Brasil conquista os quatro títulos por equipes Sub-15 e Sub-19 em disputa no Sul-Americano de tênis de mesa, em Chapecó



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Beatriz Fiore e Karina Shiray (Arquivo: Miriam Jeske/COB)

A seleção brasileira de tênis de mesa teve um desempenho impecável nesta segunda-feira (30), em Chapecó (SC). O país conquistou os quatro títulos em disputa nas categorias de base do Campeonato Sul-Americano. As equipes sub-15 e sub-19, nos naipes masculino e feminino, venceram suas finais, consolidando a hegemonia regional. A competição segue até a sexta-feira (3), com início das chaves individuais e duplas nesta terça-feira (31).

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Equipes sub-19

O time feminino sub-19 precisou de uma trajetória de superação para chegar ao degrau mais alto do pódio. Após um revés na fase de grupos, a equipe formada por Beatriz Fiore, Karina Shiray e Isabel Amorim passou pelo Peru nas quartas e não deu chances às rivais hoje.

Já no sub-19 masculino, o Brasil também mostrou força ao superar a Venezuela na semifinal por 3 a 1. Na decisão contra o Equador, Davi Fujii, Hamilton Yamane e Caio Lopes também sofreu, mas conseguiu o título com 3 a 2 no placar.

Nova geração no sub-15

A nova geração do tênis de mesa brasileiro também viveu um dia de glória no Parque de Exposições Tancredo Neves. No sub-15 masculino, a equipe formada por Vitor Thiofilo, Flávio de Sousa e Leandro Ferreira venceu a Argentina na semifinal por 3 a 0. Na grande final, o time brasileiro repetiu o placar elástico contra a Venezuela, garantindo o lugar mais alto do pódio.

O selecionado feminino sub-15 formado por Luiza Fontanive, Bianca Borges e Tainara Heidrich enfrentou o desafio mais duro do dia durante a semifinal contra a Colômbia. As brasileiras venceram por 3 a 1. Na disputa pelo ouro, entretanto, a equipe não deu chances ao Equador e fechou a final com um sólido 3 a 0.

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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