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Brasil crava oito medalhas nas duplas do Challenger de Giza de tênis de mesa



Nenhuma tem cor definida, já que a competição no Egito será encerrada nesta terça-feira. Porém, uma delas é, no mínimo, de prata. Número pode ficar maior



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Thais Severo já tem uma prata, pelo menos (ITTF/Divulgação)

O Brasil garantiu oito medalhas no torneio de duplas do Challenger de Giza, no Egito, de tênis de mesa paralímpico. Nenhuma ainda tem cor definida, mas pelo menos uma prata e sete bronzes já estão garantidos. No individual, a delegação acumulou nove pódios.

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Sete das oito medalhas vieram com duplas que chegaram, nesta segunda-feira (17), em semifinais. O Challenger de Giza não tem disputa de terceiro lugar. Quem não passa para a decisão fica com o bronze.

Prata do dia

Nas duplas femininas da classe WD10, a disputa tem quatro times e, portanto, é decidida num grupo único onde jogam todas contra todas. Thaís Severo, ao lado da sul-coreana Kang Oejeong, venceu as duas primeiras. Assim, já garantiu ao menos da medalha de prata e decide o ouro contra as egípcias Faiza Mahmoud e Lamiaa Mohamed nesta terça (18).

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Na classe WD14, ainda nas duplas femininas, o formato é o mesmo, porém com cinco duplas. Lethicia Lacerda e Aline Ferreira ganharam as duas primeira, ambas nesta segunda-feira, e estão atrás apenas das egípcias Hanna Hammad e Hagar Elsayed. As anfitriãs, porém, jogaram uma a mais.

A decisão dos três lugares do pódio na classe sai nesta terça. Para ficar com o ouro, mas brasileiras dependem somente das próprias forças. Basta vencer as mesas egípcias e as russas Mailak Alieva e Galina Gorokhovatcenko. Alieva e Gorokhovatcenko também venceram as duas que fizeram até agora.

Bronzes (até agora)

Nas duplas mistas, na classe XD14, Aline Ferreira e o neozelandês Matthew Britz chegaram nas semifinais após vencerem duas e perderam uma na fase de classificação. Agora enfrentam os russos Artem Iakovlev e Maliak Alieva para tentar chegar na final.

Na classe XD4, Iranildo Espíndola e Nicole dos Santos ganharam as três na fase de classificação e, na sequência, encaram Ibrahum Al Hassan e Maryam Al Myrisl, da Arábia Saudita, nas semis.

Na classe XD7-10, Thaís Severo e Fabio Silva venceram as duas na fase de grupos e avançaram direto para as quartas de final. Já Carlos de Moraes e a alemã Rebecca Bartels perderam uma e ganharam outra, tendo de passar pelas oitavas.

Lá, venceram Mohammed Al Qahtani e Zahra Al Tala, da Arábia Saudita e vão enfrentar, nas quartas, Thaís Severo e Fabio Silva. Ou seja, pelo menos um brasileiro estará nas semifinais.

Na XD17, Lethícia Lacerda e Gabriel Antunes ficaram em segundo lugar na fase de grupos e enfrentam, nas semifinais, os egípcios Amal Abdelrehim e Karim Sadek.

Duplas masculinas

Nas duplas masculinas, Gabriel Antunes e Jean Carlos Mashki venceram as três partidas que fizeram na fase de grupos da classe MD18. Assim, conquistaram vaga direta na semifinal. O mesmo cenário serve para Guilherme Costa e Iranildo Espíndola na classe MD4.

Quartas de Final

A terça-feira, último dia do Challenger de Giza de tênis de mesa paralímpico, pode trazer mais medalhas para o Brasil.

Lucas Arabian e Welder Knaf, bem como Carlos Eduardo Moraes e Fábio Silva, venceram as duas que fizeram na fase de grupos nas duplas masculinas da classe MD8, cada um em uma chave.

Assim, estão nas quartas de final para enfrentarem, pela ordem, os egípcios Ehab Fetir e Aly Nasr e os indianos Rishit Nathwani e Shubham Wadhwa.

Por fim, na XD20, Lucas Carvalho e a malaia Gloria Wong Sze ganharam uma e perderam outra na fase de classificação e avançaram como segundos do grupos. Nas quartas, pegam Komet Akbar e Shella Dwi Radayana, da Indonésia.

Jornalista com mais de 20 anos de profissão, mais da metade deles na área de esportes. Está no OTD desde 2019 e, por ele, já cobriu 'in loco' os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, os Olímpicos de Paris, além dos Jogos Pan-Americanos de Lima e de Santiago

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