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Entenda por que a WSL corre contra o tempo na etapa da Nova Zelândia



Com previsão de mar flat, etapa da WSL na Nova Zelândia enfrenta dias críticos e corre contra o tempo para disputar as 22 baterias restantes



Filipe Toledo WSL Nova Zelândia 2026
Filipe Toledo (Foto: Rambo Estrada/World Surf League)

A etapa da WSL (Liga Mundial de Surfe) na Nova Zelândia deve entrar em uma fase crítica nos próximos dias. A partir deste domingo (17) — já segunda-feira (18) no horário local — a organização do evento deverá ter dificuldade para colocar os atletas na água. Entenda os motivos abaixo.

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A previsão para o período da janela se mostra bastante desafiadora, principalmente para os próximos dias. Uma nova ondulação é esperada somente para a reta final do prazo regulamentar, entre os dias 23 e 25, embora sem a promessa de um mar excelente. Por conta disso, a organização do evento deve aproveitar qualquer brecha favorável nos próximos dias para colocar os atletas na água.

Como foram os dias de competição?

O primeiro dia da janela, até o momento, foi que apresentou melhores condições para o surfe competitivo. Em seguida, no segundo dia da janela, o mar ficou flat e a organização paralisou a competição.

O terceiro dia da etapa também contou com a programação cheia de baterias. Entretanto, as séries estavam mais espaçadas e as ondas com baixa qualidade, prejudicando a disputa das baterias. Uma tentativa frustrada foi feita neste domingo (18), mas o evento foi paralisado após apenas uma bateria disputada.

O que falta para terminar?

Apesar da dificuldade, o andamento da etapa segue sob certo controle. Isso porque restam 21 baterias para o término do evento, cerca de um dia e meio de competição. Faltam agora as realizações de sete duelos do Round 3 masculino (oitavas), seguido pelas quartas (4+4), semifinais (2+2) e finais (1+1) de ambos os naipes.

Situação da Brazilian Storm

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A Tempestade Brasileira chega para esse período de espera em situação confortável na chave masculina, com seis surfistas garantidos nas oitavas de final. Yago Dora, Italo Ferreira e Miguel Pupo avançaram na última chamada e se juntaram a Filipe Toledo, Gabriel Medina e Alejo Muniz. Em contrapartida, o país não tem mais representantes na disputa feminina após a queda precoce de Luana Silva, que se somou às eliminações de Samuel Pupo e Mateus Herdy.

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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