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Gringos fazem a festa na Copa Brasil de squash



A paraguaia Fiorella Gatti levou a melhor contra Laura Silva no feminino, enquanto o colombiano Juan Torres superou Guilherme Melo no masculino



Fiorella Gatti x Laura Silva - Final da Copa Brasil de Squash
Fiorella Gatti comemora vitória contra Laura Silva (Foto: Divulgação/ Federação Paraguaia de Squash)

A Copa Brasil de Squash terminou com festa estrangeira. A competição se encerrou no último domingo (22), em Ponta Grossa (PR), e atletas do Paraguai e Colômbia levantaram a taça de campeões. A paraguaia Fiorella Gatti levou a melhor contra Laura Silva no feminino, enquanto o colombiano Juan Torres superou Guilherme Melo no masculino.   

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Principais cabeças de chave do torneio feminino, Laura Silva e Fiorella Gatti fizeram uma final emocionante. A paraguaia saiu na frente nos dois primeiros sets, mas a brasileira buscou o empate em 2 a 2. No entanto, na parcial final, Gatti garantiu a vitória no detalhe: 3 a 2 (11/9, 11/9, 9/11, 6/11 e 11/9). 

No masculino, as coisas começaram melhores para o Brasil. Guilherme Melo venceu o primeiro set da partida, Contudo, a sequência só deu Juan Torres. O colombiano levou a melhor nas três parciais seguintes e levou o título com 3 a 1 (9/11, 11/2, 11/7 e 12/10) no placar. 

Campanhas

Juan Torres teve um caminho duro até se garantir na final da Copa Brasil de Squash. Antes de derrotar o favorito Francesco Marcantonio na semifinal por 3 a 0 (16/14, 11/7 e 11/9), Juan estreou com vitória diante de Bruno Nicoletti (11/6, 11/5 e 11/6) nas oitavas. Em seguida, passou por Murilo Penteado (11/8, 11/1 e 11/4) nas quartas.  

Fiorella Gatti foi a segunda cabeça de chave do torneio e, assim como Laura, não precisou disputar as oitavas de final. Na estreia, despachou Marcela Terres por 3 a 0 e parciais de 11/0, 11/1 e 11/2. Para garantir vaga na final, venceu Luiza Carbonieri também em sets diretos: 11/4, 11/2 e 11/6.

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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