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Brasil fecha Challenger de Giza de tênis de mesa com dez medalhas nas duplas



Foram três ouros, uma prata e seis bronzes na competição de tênis de mesa paralímpico realizada no Egito. Thais Severo venceu em duas classes



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(Alessandra Cabral/CPB)

O Brasil fechou com dez medalhas os torneios de duplas do Challenger de Giza de tênis de mesa paralímpico. Foram três de ouro, uma de prata e mais seis de bronzes confirmadas nesta terça-feira (18), último dia de competições no Egito. Nas simples, foram nove pódios.

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Thais Severo conquistou duas medalhas de ouro nas duplas. Uma foi na classe XD7-10 ao lado de Fabio Silva. Eles começaram o dia derrotando nas quartas de final o brasileiros Carlos de Moraes e a alemã Alexandra Bartels por 3 a 0. Na semifinal, fizeram 3 a 2 em Barce Layaba e Leli Marlina, da Indonésia. Na final, um 3 a 0 sobre os indianos Shubham Wadhwa e Bhavina Patel.

Na classe WD10, Thais Severo jogou com a sul-coreana Kang Oejeong. Elas venceram por 3 a 0 as egípcias Faiza Mahmoud e Lamiaa Mohamed. O duelo foi o último do quadrangular e, como ambas as duplas chegaram para a partida com duas vitórias cada, quem levasse ficaria com o título.

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A outra medalha de ouro veio na classe XD-17 com Lethícia Lacerda e Gabriel Antunes. Eles venceram os egípcios Karim Sadek e Amal Adbelrehim por 3 a 0 na semifinal e, na decisão, bateram os japoneses Koyo Iwabuchi e Yuri Tomono por 3 a 1.

Prata na WD14

Na classe WD14, Lethícia Lacerda e Aline Ferreira ficaram com a medalha de prata. A competição foi definida num todos contra todos reunindo cinco duplas. As brasileiras entraram no dia com a medalha garantida, faltando definir a cor. Elas venceram as egípcias Hanna Hammad e Hagar Elsayed por 3 a 0 e foram disputar o ouro contra Galina Gorokhovatcenko e Maliak Alieva. As russas venceram por 3 a 1.

Seis bronzes

O Challenger de Giza de tênis de mesa paralímpico não teve disputa da medalha de bronze. Assim, todos os semifinalistas que não avançaram para finais subiram no terceiro lugar do pódio.

Na classe MD8, o dia rendeu dois bronzes. Um com Lucas Carvalhal e Welder Knaf e outro com Carlos Eduardo Moraes e Fabio Silva. Eles venceram nas quartas de final os egípcios Ehab Fetir e Aly Nasr e os indianos Rishit Nathwani e Shubham Wadhwaa, pela ordem, ambos por 3 a 0. Na semis, caíram por 3 a 0, respectivamente, para Adyos Astan e Yayang Gunaya, da Indonésia, e os franceses Nicolas Savant-Aira e Sylvain Noel.

Na MD4, Guilherme da Costa e Iranildo Espíndola jogaram a semifinal e perderam para os sul-coreanos Joo Young e Kang Chang por 3 a 1. Já na MD-18, Jean Carlos Mashki e Gabriel Antunes perderam por 3 a 2 a semi para os japoneses Hayuma Abe e Koyo Iwabuchi.

Na XD14, Lethícia Lacerda e o australiano Matthew Britz foram derrotados na semifinal por 3 a 0 para os russos Artem Ikovlev e Maliak Alieva. Por fim, na XD4, Iranildo Espíndola e Nicole Santos caíram na semifinal por 3 a 0 para Ibrahim Alhassan e ALMYRISL Maryam Almyrisl, da Arábia Saudita.

Sem medalha

Na classe XD20, Lucas Carvalho e a malaia Gloria Wong Sze perderam as quartas de final para Komet Akbar e Shella Radayana, da Indonésia, por 3 a 0 e ficaram fora do pódio.

Jornalista com mais de 20 anos de profissão, mais da metade deles na área de esportes. Está no OTD desde 2019 e, por ele, já cobriu 'in loco' os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, os Olímpicos de Paris, além dos Jogos Pan-Americanos de Lima e de Santiago

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