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Definidas as quartas de final no Mundial de Handebol Feminino: veja chaves, agenda e prévias



Prévia das quartas do Mundial de Handebol 2025: análise dos confrontos, campanhas das seleções e expectativas para Brasil, Noruega, França e Holanda



Brasil e Coreia do Sul se enfrentam no Mundial de Handebol Feminino
Foto: Bruno Ruas/Ruas Mídia/CBHb

O Mundial de Handebol Feminino 2025 entrou em um momento decisivo. Nesta segunda-feira (8), quando foram conhecidas as duas seleções restantes nas quartas de final. O Brasil já está garantido no mata-mata após terminar a segunda fase como vice-líder do Grupo 4.

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A definição restante dependeu apenas do Grupo 3 do Main Round. França e Holanda chegaram para última rodada na liderança com oito pontos cada. Em confronto equilibrado, as holandesas levaram a melhor por 26 a 23 e garantiram a ponta.

Quartas de final do Mundial de Handebol Feminino

Noruega x Montenegro (Dortmund-ALE) – terça-feira (9), 16h30
Alemanha x Brasil (Dortmund-ALE) – terça-feira (9), 13h15
Dinamarca x França (Rotterdam-HOL) – quarta-feira (10), 14h
Holanda x Hungria (Rotterdam-HOL) – quarta-feira (10), 17h

Formato do Mundial

O Mundial está na Main Round, a segunda fase da competição. As 18 seleções classificadas foram distribuídas em quatro grupos e carregaram os pontos da primeira etapa. Cada equipe realiza mais três partidas, e os dois primeiros colocados de cada chave avançam às quartas de final. A partir daí, o torneio segue em formato eliminatório até a final.

Prévias para os confrontos

Brasil x Alemanha

O Brasil iniciou o Mundial com vitórias sobre Cuba, República Tcheca e Suécia. O time avançou em primeiro lugar na chave e chegou ao main round com boa margem na tabela. Na segunda fase, venceu Coreia do Sul e Angola. A equipe fechou essa etapa com derrota para a Noruega por 33 a 14 na última rodada. O resultado tirou a invencibilidade e mostrou queda de rendimento diante de uma seleção europeia de alto nível.

A Alemanha também garantiu vaga com campanha estável. A seleção venceu Islândia, Uruguai e Ilhas Faroé na primeira fase. No main round, confirmou a classificação ao superar novamente as Ilhas Faroé. O time atua em casa e sustenta histórico relevante em Mundiais, com o título de 1993 e bronzes em 1997 e 2007. O confronto coloca o ataque brasileiro, forte em transição e arremessos de média distância, contra uma defesa alemã organizada e com ritmo controlado.

Noruega x Montenegro

Outra disputa das quartas reúne Noruega e Montenegro. A Noruega chega com uma das campanhas mais fortes do torneio, sem derrotas e com desempenho ofensivo e defensivo regular. A vitória sobre o Brasil por ampla margem reforçou essa condição. Montenegro avançou com resultados equilibrados na fase inicial e venceu as Ilhas Faroé no main round. O jogo coloca a Noruega, eficiente em transições, contra uma equipe montenegrina que depende mais do ataque posicional e da força física no centro da defesa.

França x Dinamarca

As quartas de final também terão outros dois confrontos de peso. A França chega embalada pela classificação no main round e mantém o padrão defensivo que marcou suas últimas campanhas internacionais. Apesar da derrota para a Holanda, a equipe francesa avançou sem sustos na chave e segue entre as favoritas ao título. A Dinamarca aposta em um ataque de alto volume e em transições rápidas, característica que marcou seus melhores momentos na fase inicial. O duelo promete contraste claro de estilos: o controle defensivo francês contra a velocidade dinamarquesa.

Holanda x Hungria

No outro jogo, os Países Baixos entram fortalecidos pela campanha sólida como coanfitriões do Mundial. A equipe confirmou sua vaga ao se impor em casa e chega às quartas sustentada por uma das melhores médias ofensivas do torneio. A Hungria, por sua vez, aparece entre as seleções mais eficientes da primeira fase, com vitórias contundentes como a goleada sobre o Irã, que evidenciou sua força ofensiva. As húngaras apostam em volume de jogo e intensidade, enquanto as holandesas tentam explorar o apoio da torcida e a velocidade nas transições. A partida tende a ser equilibrada, com leve vantagem para as anfitriãs pelo momento e pelo ambiente favorável.

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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