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Guilherme Borges fratura nariz, sai com rasgo na boca e título na bagagem



Em entrevista ao OTD, Guilherme confirmou que teve uma fratura no nariz e precisou fazer reconstituição labial, mas ficou feliz com o título



Na imagem, Guilherme Borges se atirando para arremessar a bola.
Guilherme Borges se atirando para arremessar a bola. Foto: Instagram @guiborgesms

Entre feridos e felizes, o Brasil sai de Buenos Aires com o título do Torneio Quatro Nações de handebol masculino e muitos pontos indesejados. Isso porque o médico que tratou de Guilherme Borges, o “Santista”, teve que fazer uma reconstituição labial no atleta. Durante a final que a Seleção venceu a Argentina por 31 a 23, o jogador sofreu uma cotovelada e saiu sangrando para o hospital.

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Quem joga em uma posição central no handebol está sujeito a todo tipo de pancada, seja do disparo da bola ou do adversário se projetando. Já não é a primeira vez que Guilherme tem uma foto em suas redes sociais com o nariz entortado e sangrando em um jogo. No entanto, a pancada que sofreu neste sábado (01) de Martín Jung vai ficar marcado e vai demorar algum tempo para se curar.

Ao retornar do hospital, Guilherme conversou brevemente com o OTD para atualizar seu estado de saúde. “Tive uma pequena fratura no nariz, que é o mais tranquilo, mas o principal é que abriu minha boca de forma bem grave. Tomei muitos pontos, o médico falou que sequer contou quantos foram. Lembro de tudo o que aconteceu, estive o tempo todo consciente. Porém a boca abriu bem feio, não quis ver a foto do antes, só vi depois”.

No momento em que falava, Santista falou que estava controlada a dor que sentia e que vai demorar cerca de quatro semanas para pensar em retornar. “Tive que passar com um cirurgião para reconstruir o lábio. Agora, volto para França e fico com mina esposa, será uma recuperação conservadora e farei por lá mesmo”. Guilherme atua no Istres Provence Handball que joga o campeonato francês.

Comemoração à distância

O incidente com Guilherme ocorreu ainda nos onze primeiros minutos da partida, quando o placar marcava 6 a 6. O atleta precisou sair para os cuidados no hospital e o adversário recebeu cartão vermelho e cartão azul. Essa segunda punição é uma extensão da primeira, com indicativo de ação mais grave e passível de punição maior. Veja o lance:

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Assim, Guilherme não viu o restante do jogo e a construção da conquista brasileira. Mesmo assim comemorou o título à distância. “Feliz pelo grupo, merecemos o título e uma vitória contra a Argentina dessa maneira, jogando bem e ganhando com grande diferença. Temos um bom time, na minha opinião, melhor que o deles, mas, muitas vezes, não demonstramos dentro de quadra. Então, é importante uma vitória como essa, ainda mais na casa deles”, finalizou.

Jornalista formado em 2013, mas que atuo desde 2008, quando ingressei na Universidade P. Mackenzie, Trabalhei por seis anos no Diário Lance!, passei por Punteiro Izquierdo, Surto Olímpico, Torcedores, Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo, Liga Nacional de Basquete e N Sports. Entrei no OTD em Abril de 2023.

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