Babi Domingos encerrou sua participação no Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica, em Frankfurt, terminando em 18º lugar na final do individual geral nesta sexta-feira (14). Ao fazer um balanço da competição, a brasileira relembrou o início de sua trajetória em Mundiais e destacou a evolução construída ao longo dos anos.
LEIA TAMBÉM
+SIGA O OTD NO WHATSAPP, YOUTUBE, TWITTER, INSTAGRAM, TIK TOK E FACEBOOK
A ginasta recordou a classificação para o Mundial de Baku, em 2019, quando terminou na 32ª colocação e viveu uma de suas primeiras grandes comemorações na competição. Seis anos depois, Babi ficou entre as 18 melhores ginastas do mundo e disputou novamente a final do individual geral.
“Eu lembro que a primeira comemoração nossa foi no 32º, quando eu consegui em Baku, em 2019. Então, hoje a gente está entre as 18 melhores. Acho que a gente evoluiu muito”, afirmou.
Trajetória e legado
Para Babi, a trajetória construída na ginástica representa mais do que resultados e medalhas. A brasileira destacou o desejo de deixar um legado na modalidade e inspirar novas gerações.
“Meu objetivo sempre foi deixar o meu nome escrito na história. Acho que, além de qualquer resultado, qualquer medalha para mim, esse legado que eu deixo dentro da ginástica, de poder inspirar crianças, eu acho que para mim isso que é importante”, disse.
A brasileira também avaliou que o Mundial foi importante para identificar pontos positivos e aspectos que precisam ser ajustados para a próxima temporada.
“Foi muito importante para a gente ver o que a gente acertou, o que a gente errou, para a gente mudar para o próximo ano. Porque ano que vem, realmente, é o que vale”, explicou.
Na final do individual geral, Babi reconheceu que teve erros, mas destacou a postura de continuar tentando durante as apresentações.
“Eu acho que entrei diferente em quadra. Mas teve erros, eu continuei. E foi um erro querendo acertar. Não foi aquele erro de medo. Acho que isso me deixa mais orgulhosa. E em todos os momentos eu tentei”, afirmou.
Próximos desafios
Agora, Babi começa a olhar para os próximos desafios. Ainda nesta temporada, a brasileira terá os Jogos Sul-Americanos e, para o próximo ano, prepara mudanças em duas séries: bola e fita.
“Eu vou trocar duas séries. Eu vou trocar a bola e a fita. Então, são dois aparelhos novos”, contou.



