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Brasil perde terceiro lugar nos pênaltis na Copa do Mundo Sub-17



Foi a primeira vez que a Seleção brasileira chega tão longe na categoria feminina sub-17, mas o bronze ficou com o México, nos pênaltis



Na imagem, EvelIn tentando puxar o ataque do Brasil contra duas mexicanas.
Evelin tentando puxar o ataque do Brasil contra duas mexicanas. Foto: Fabio Souza/ CBF

No Estádio Olímpico de Rabat, no Marrocos, o Brasil terminou sua jornada na Copa do Mundo feminina Sub-17, neste sábado (08), com um quarto lugar. As brasileiras saíram na frente, porém permitiram o empate no tempo normal. Nas cobranças, Ana Morganti até começou defendendo. Porém, as batedoras nacionais desperdiçaram três na sequência e o México ficou com o bronze.

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O primeiro tempo teve o Brasil dominando o começo do duelo, com mais controle de bola, mas sem tanta efetividade. O México passou a incomodar nos quinze minutos finais da etapa inicial, porém o placar não saiu do zero. Demorou mais meia hora até que, depois da finta de Maria, Kaylane chutou de primeira dentro da área para abrir o marcador para o Brasil. Todavia, já aos 49 minutos, o castigo veio em um gol contra de Evelin, desviando um cruzamento desesperado das mexicanas.

Marina chutou uma bola do meio campo, o quique enganou a goleira adversária e quase o Brasil marcou aos 53. Murrieta quase se tornou vilã por uma falha, mas se recuperou em cima da linha. Ainda deu tempo de Kaylane fazer um cruzamento e encontrar Allyne sozinha, que desperdiçou a cabeçada, mesmo estando próxima ao gol.

De vilã a heroína

Em seguida, vieram as cobranças de pênalti e o Brasil sentiu os castigos da bola, principalmente, no aspecto mental. Gabi Pusch, que foi uma das melhores no tempo regulamentar, converteu a primeira e única cobrança brasileira. Alvarado tentou o empate, no entanto a goleira Ana Morganti acertou o canto e segurou a cobrança, deixando o Brasil em vantagem. Dulce Maria bateu no travessão e deixou a disputa em aberto novamente, sobretudo, com Ibarra empatando.

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Murrieta pegou a cobrança de Kaylane e passou a trazer mais confiança para as batedoras mexicanas. Villapando não desperdiçou e reverteu a vantagem. A consagração de Murrieta em heroína nacional veio com a cobrança fraca de Dani Pereira, no centro do gol. Apesar de defender com o pé, a bola subiu continuou girando e permaneceu seguindo para a meta, a goleira precisou dar um tapa e a bola bateu ainda no travessão antes de voltar ao meio da área. Monroe converteu no canto para fazer o 3 a 1 e deixar o Brasil com o quarto lugar na competição.

Jornalista formado em 2013, mas que atuo desde 2008, quando ingressei na Universidade P. Mackenzie, Trabalhei por seis anos no Diário Lance!. Passei por Punteiro Izquierdo, Surto Olímpico, Torcedores e Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo. Entrei no OTD em Abril de 2023.

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