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Brasil empata ‘clássico’ com a Colômbia na Copa América Feminina



Jogando com uma a menos, equipe brasileira ficou no 0 a 0 com a Colômbia e vai enfrentar o Uruguai na semifinal da Copa América Feminina



Brasil x Colômbia - Copa América Feminina
Foto :Lívia Villas Boas/ CBF

Se o assunto for futebol, pouco se tem para comentar sobre o confronto entre Brasil e Colômbia pela Copa América de futebol feminino nesta sexta-feira (25). As equipes se enfrentaram pela última rodada da fase de grupos com classificação garantida para as brasileiras e bem encaminhada para as colombianas. No entanto, o que se viu foi um jogo tenso, faltoso e repleto de polêmicas de arbitragem, aflorando ainda mais a rivalidade criada recentemente. O time brasileiro saiu mais prejudicado teve Lorena expulsa no primeiro tempo e perdeu a goleira para a semifinal. Obviamente o placar foi 0 a 0.

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Com o resultado, o Brasil garantiu a liderança do grupo B, assim como Colômbia se classificou com a segunda colocação. Nas semifinais da Copa América Feminina, a Seleção Brasileira volta a campo na terça-feira (29), quando encara o Uruguai, às 21h. Do outro lado da chave, as colombianas jogam contra a Argentina, na segunda-feira (28), também às 21h.  

Resumo do jogo

Desde o apito inicial, já se via um confronto com cara de final, mesmo com Arthur Elias poupando algumas “titulares” como Marta, Duda Sampaio e Gio. Divididas duras, encaradas e provocações. A tensão estava no ar e foi ao máximo com 25 minutos do primeiro tempo. Em uma saída errada do gol, Lorena defendeu chute de Linda Caicedo com a mão fora da área. Inicialmente, a arbitragem deu amarelo. Contudo, uma “conversa” de mais de cinco minutos da árbitra com a assistente lateral fez a juíza mudar a cor do cartão. 

O banco do Brasil ficou revoltado com a decisão, que embora justa, foi polêmica porque a Copa América Feminina não conta com o VAR na primeira fase. Além disso, a bandeirinha demorou para chamar a atenção da árbitra de campo. 

Com a partida retomada, a Colômbia foi para cima na empolgação por ter uma jogadora a mais. No entanto, pouco acertou o gol. O Brasil ainda levou perigo com Dudinha e Kerolin. A camisa 7, inclusive, ficou perto de levar um cartão vermelho após, com o jogo paralisado, chutar a bola em direção ao banco de reservas colombiano. Tal situação gerou o último tumulto antes do intervalo. O amarelo saiu barato.

Segundo tempo

Mesmo com uma jogadora a menos, Arthur Elias não recuou o time. Pelo contrário, a conversa no vestiário ajudou o treinador a fazer o Brasil comandar a segunda etapa. As brasileiras tiveram chance de abrir o placar, mas faltou sorte para o cruzamento de Yasmin ter um pé para empurrar para as redes.

A Colômbia se limitou a bolas lançadas para Linda Caicedo. Ela chegou até dar um susto, mas sofreu a maior parte do tempo nas mãos de Tarciane e Fê Palermo. Por volta dos 35 minutos, Gabi Portilho sofreu uma dura entrada por trás e voltou ao campo mesmo sem condições. Isso porque o Brasil já tinha feito as cinco alterações. Nos acréscimos, Yasmin cobrou falta na trave antes de mais um bate-boca entre as jogadoras e a juíza encerrar o jogo.

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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