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Santa Fé 2026

 

Espada masculina é campeã em final sobre Venezuela e sabre feminino é prata



Alexandre Camargo, Richard Grunhauser e Nicolas Deguchi, com Pedro Marostega de suplente, vencem poderoso trio venezuelano e são campeões



Foto: Fabrizio Giachero/OTD

O Brasil encerrou a disputa por equipes da esgrima nos Jogos Sul-Americanos Santa Fé-2026 com duas medalhas nesta sexta-feira (18). O principal resultado veio na espada masculina, com a conquista da medalha de ouro após vitória sobre a poderosa Venezuela por 45 a 42 na final, no Estádio Salvador Bonilla, em Rosário.

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A equipe campeã foi formada por Alexandre Camargo, Richard Grunhauser e Nicolas Deguchi, com Pedro Marostega de suplente. O trio liderou a final praticamente do começo ao fim e fechou uma campanha dominante em Santa Fé.

Antes da decisão, o Brasil eliminou o Peru nas quartas de final com vitória por 45 a 18. Alexandre Camargo, Richard Grunhauser e Nicolas Deguchi construíram vantagem desde os primeiros combates e não deram espaço para reação peruana.

Na semifinal, a equipe brasileira teve um duelo direto contra a Argentina e venceu por 45 a 29. Camargo, Grunhauser e Deguchi controlaram o confronto desde o início, abrindo 10 a 6 após o segundo combate e chegando ao placar final com vantagem de 16 toques.

Sabre feminino fica com a prata após campanha até a decisão

Além do ouro masculino, o Brasil também garantiu uma medalha no sabre feminino por equipes. Luana Pekelman, Karina Trois e Pietra Chierighini chegaram à final, mas perderam para a Argentina por 45 a 37 e terminaram com a medalha de prata. Ana Toldo foi a suplente da equipe.

A equipe brasileira havia avançado à decisão após vencer a Colômbia nas quartas de final por 45 a 41 e a Venezuela na semifinal por 45 a 27. Contra as venezuelanas, o Brasil dominou o confronto desde o início e abriu vantagem de 15 a 10 após os três primeiros combates.

A estreia brasileira aconteceu nas quartas de final contra a Colômbia. A equipe nacional venceu por 45 a 41, em uma disputa equilibrada no início, mas que terminou com vantagem construída pelas brasileiras.

Luana Pekelman abriu a participação brasileira com vitória por 5 a 2 sobre María Blanco. Na sequência, Karina Trois ampliou a vantagem ao fazer 5 a 4 contra María Gutierrez, enquanto Pietra Chierighini venceu Valentina Beltran por 5 a 7 no terceiro confronto. Ao longo da disputa, o Brasil manteve a liderança no placar. Pekelman, Trois e Chierighini fizeram cinco pontos em diferentes entradas e conduziram a equipe até o resultado final de 45 a 41.

Time brasileiro vence Venezuela e se garante na final

Na semifinal, o Brasil teve uma atuação dominante contra a Venezuela. A equipe venceu por 45 a 27 e garantiu presença na final. O confronto começou com Karina Trois vencendo Katherine Paredes por 5 a 3. Depois, Luana Pekelman ampliou a diferença ao superar Andrea Moros por 5 a 2, e Pietra Peterlini manteve a vantagem diante de Ariana Prieto com vitória por 5 a 5 no parcial do combate, levando o Brasil a 15 pontos contra 10 das venezuelanas.

A partir daí, o Brasil seguiu aumentando a diferença. Pekelman fez mais cinco pontos contra Moros, Peterlini marcou cinco diante de Paredes, e Zettermann venceu Prieto por 5 a 2. Nos últimos três combates, Chierighini, Trois e Pekelman confirmaram a vitória brasileira até o placar final de 45 a 27.

Paulista em terras mineiras. Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais. Apaixonado por esportes.

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