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Brasil é campeão invicto da Four-Nation Series de críquete feminino



Com os olhos em Los Angeles 2028, seleção brasileira sobra contra Jersey, Suíça e Espanha para levantar a taça do torneio internacional.



Seleção Brasileira de críquete, Kalahari Women´s T20
Foto: Associação Brasileira de Críquete

A seleção brasileira feminina de críquete conquistou, nesta quinta-feira (30), o título da Four-Nation Women’s Series. A taça adiciona uma bagagem internacional preciosa para a equipe que tem como grande objetivo do ciclo a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, edição que marcará a estreia da modalidade no programa olímpico.

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Domínio na fase de classificação

O Brasil iniciou sua trajetória no torneio medindo forças contra a seleção de Jersey. Demonstrando superioridade com o bastão, a equipe brasileira venceu por 87 corridas de diferença (anotou 243/3 em 20 overs contra 156/7 das adversárias). O grande destaque da estreia foi Lindsay Vilas Boas, eleita a MVP (Jogadora Mais Valiosa) da partida. Ela brilhou ao anotar 121 corridas em apenas 57 bolas lançadas, além de derrubar 3 wickets defensivos, sofrendo somente 26 corridas.

O segundo compromisso foi diante da Espanha, e o roteiro vitorioso se repetiu. O Brasil superou as espanholas por 6 wickets de vantagem, alcançando a meta de 143 corridas em 10.1 overs (143/4), contra 142/5 das europeias. O prêmio de MVP ficou com Monikke Rufino, que teve uma atuação letal no ataque, anotando 54 corridas (não eliminada) em 24 bolas.

Ainda no mesmo dia da vitória sobre a Espanha, a seleção encarou a Suíça no terceiro jogo da primeira fase. A defesa brasileira sufocou o ataque suíço, eliminando todas as rebatedoras adversárias por apenas 76 corridas (76/10 em 18.3 overs). No ataque, o Brasil precisou de apenas 8.2 overs para fechar a conta (80/4), garantindo a vitória por 6 wickets. Laura Cardoso foi a dona do jogo: na defesa (bowling), atuou por 3 overs (incluindo um maiden, over perfeito sem ceder corridas), cedeu apenas 11 corridas e derrubou 2 wickets. No ataque (batting), contribuiu com 12 corridas em 9 bolas.

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A consagração na final

Com três vitórias incontestáveis na fase de grupos, o Brasil avançou para a grande decisão, onde reencontrou a Espanha. Na disputa pelo título, as brasileiras não deram chance para o azar e asseguraram o troféu de forma dominante.

O Brasil foi ao bastão primeiro e anotou 210 corridas em 19.4 overs. Na hora de defender, a seleção limitou as espanholas a apenas 124 corridas (124/6 em 20 overs), sacramentando a conquista por uma margem confortável de 86 corridas. A MVP da final foi Maria Luiza Garcia, que comandou o ataque verde e amarelo com 51 corridas em 28 bolas, coroando a campanha impecável rumo ao sonho de Los Angeles 2028.

Formado em Jornalismo e completamente apaixonado por esportes, pelo poder de transformação que ele tem na vida das pessoas. Estive em Paris 2024.

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