É preciso ter muito orgulho de Jady Malavazzi, que conquistou dois bronzes e um ouro nos Mundiais de paraciclismo de estrada de 2018, 2022 e 2024. Isso sem contar os dois bronzes de contrarrelógio na categoria WH3 em 2018 e 2022. Neste domingo (06), a brasileira fechou seu pódio, ao conquistar a prata em Huntsville, no Alabama (EUA). Contudo, o mesmo sabor doce da vitória na linha de chegada de 2024 foi o que lhe tirou a possibilidade do bicampeonato dois anos mais tarde.
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No Mundial de Zurique (SUI), Jady Malavazzi cruzou a linha com 1h10min11s. Com o mesmo tempo ficaram a alemã Annika Zeyen-Giles (prata) e a francesa Anais Vincent (bronze). Foi questão de quem cruzou a roda na frente das concorrentes e a brasileira levou a melhor na ocasião. No entanto, a classe se mostra uma das mais equilibradas e indefinidas em termos de prognósticos.
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No ano seguinte, em Ronse (BEL), a australiana Lauren Parker desbancou o pódio todo anterior, com a francesa sendo prata e a alemã bronze, mas com alguma diferença entre os tempos. Jady Malavazzi foi quinta colocada, atrás de outra brasileira, Jéssica Ferreira, e à frente de Mariana Garcia, quarta colocada em 2024.
Assim, o pódio de 2026, na prova de quatro voltas com um total de 55,2km teve Anais Vincent com o ouro, Jady Malavazzi com a prata e Lauren Parker com o bronze. As três registrando 1h30min47s. Jéssica Ferreira repetiu o quarto lugar do ano anterior, com 6min44s a mais, enquanto Mariana Garcia foi quinto, com 15min50s a mais.
Resultados brasileiros em outras classes:
- Josiane Nowacki – 7º lugar (WH4);
- Gilmara Gonçalves – 4º lugar (WH2);
- Adriano Nascimento – 12º lugar (MT2);
- José Cleber Silva – 7º lugar (MT1);
- Antônio Marcos de Moura – 7º lugar e Ronan Fonseca – 11º lugar (MH5);
- Ulisses Freitas – 13º lugar e Rayr da Cruz – 14º lugar (MH4);
- Eduardo Pimenta – 15º lugar (MH3); e
- Marcos Antônio de Melo – 11º lugar (MH2).



