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Kamilla Cardoso desabafa após vice na AmeriCup: “Dói demais”



Kamilla Cardoso usou as redes sociais para desabafar sobre a dor de perder o título da AmeriCup para os EUA



Kamilla Cardoso destaca força da defesa em vitória contra o Canadá
Foto: FIBA

A derrota na final da AmeriCupW 2025 para os Estados Unidos ainda reverbera entre as atletas da Seleção Brasileira feminina de basquete. Uma das principais jogadoras da equipe, a pivô Kamilla Cardoso usou as redes sociais para desabafar sobre a dor de perder o título, mas também exaltou o orgulho por tudo que o grupo construiu ao longo da competição.

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“Dói demais perder uma final, ainda mais quando a gente se entrega por completo. Lutamos, nos doamos, deixamos tudo em quadra… mas não foi o suficiente dessa vez”, escreveu Kamilla. A brasileira foi um dos destaques da seleção comandada por Pokey Chatman na decisão, com 19 pontos e 5 rebotes em apenas 17 minutos de jogo.

Apesar da tristeza evidente, Kamilla também fez questão de enaltecer o desempenho coletivo do Brasil, que classificou para o Mundial de 2026. “Tô arrasada. De verdade. Mas também tô com o coração cheio de orgulho desse time foda! Cada menina deu tudo o que tinha”, afirmou.

“A caminhada continua”

A atleta reforçou ainda a confiança no futuro da Seleção Brasileira, que mescla nomes experientes com jovens em ascensão. “Sei que a dor vai passar, e a gente vai voltar mais forte. Porque o que vem pela frente é grande. A caminhada continua”, escreveu Kamilla, que atualmente defende a Universidade da Carolina do Sul e foi campeã da NCAA em 2024.

Kamilla Cardoso elogia nova fase do basquete feminino- Momento promissor
Foto: FIBA

Vestindo a camisa da seleção principal em uma competição oficial pela primeira vez, Kamilla definiu a experiência como uma honra e agradeceu o apoio dos fãs. “Obrigada a todos que torceram por nós. E aos fãs: desculpa por não ter vindo o título. Mas fiquem com a gente… essa Seleção ainda vai fazer muita história.”

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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