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Ginástica Artística

Flávia pisa fora do tablado e fica em quinto no solo no Mundial

Brasileira faz boa apresentação, mas pisa fora do tablado, perde um décimo e fica fora do pódio.

Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br

Flávia pisa fora do tablado e fica em quinto no solo no Mundial

A brasileira Flavia Saraiva ficou muito perto da medalha no solo no Mundial de ginástica, que se encerrou neste sábado em Doha, no Catar. Ela ficou na quinta posição com a nota de 13,766, apenas um décimo atrás da terceira colocada, a japonesa Mai Murakami. O ouro ficou com a americana Simone Biles, com 14,900, e a prata com a compatriora Morgan Hurg, com 13,933.

Como de costume, Flávia encantou a torcida, o público entrou nas palmas, mas a brasileira foi penalizada em um décimo por ter pisado fora do tablado na primeira passagem de acrobacias. Depois, foi muito bem, praticamente cravando tudo. O detalhe tirou sua medalha.

“Eu acho que minha série não foi tão boa quanto nos outros dias, pisei fora do solo. Consegui manter minha posição das eliminatórias, mas saio feliz do Mundial, foi um trabalho bem feito. Eu não penso muito em torcer contra as outras, eu fui para fazer meu melhor, elas também foram. Tem que torcer para todo mundo.

Simone Biles fechou o Mundial com seis medalhas. Além do ouro no solo, já tinha vencido o individual geral, o salto e a prova por equipes. Foi, ainda, prata nas barras assimétricas, na sexta-feira, e bronze na trave, neste sábado.

Assim, a seleção brasileira encerra o Mundial com uma medalha, a prata de Arthur Zanetti nas argolas. A equipe masculina ficou em sétimo lugar, assim como a feminina. No individual geral, Flávia Saraiva terminou em oitavo, mesma posição de Caio Souza no salto.

Outro brasileiro que esteve na final neste sábado, Caio Souza ficou na oitava posição no salto. Na sua primeira apresentação, ele conseguiu a nota de 14,633, que o mantinha na briga por medalhas. Mas, seu segundo salto foi ruim, com a nota de 13,1 e ele ficou na última posição entre os finalistas.

“A gente não pode trabalhar com o “se”, mas acertando o segundo salto eu estaria ali nas cabeças, ou na medalha, ou perto dela…Um décimo para lá ou um décimo para cá. Mas esse segundo salto eu só comecei acertar bastante, consecutivamente, aqui no Mundial” – disse.

Abelardo Mender Jr/Rede do esporte.gov.br

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