Tricampeão da Copa Brasil de vôlei feminino, o Gerdau Minas não tomou conhecimento do Sancor Maringá nas quartas de final da edição de 2026. Liderado pela capitã Thaisa, o clube minastenista atropelou o time paranaense em casa, na Arena UniBH, e marcou 3 sets a 0 com facilidade. A vaga na semifinal se concretizou com parciais de 25/16, 25/16 e 25/17. A ponteira canadense Hilary Johnson finalizou o jogo como maior pontuadora, com 18 acertos. Já a central Julia Kudiess marcou dez e conquistou o Troféu VivaVôlei, eleita melhor em quadra. A equipe mineira se junta à Sesc Flamengo e Osasco São Cristóvão Saúde entre os que seguem na briga pelo título.
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Domínio absoluto do Minas
O Minas não deu chances ao Maringá com postura agressiva desde as primeiras ações da partida. A atitude impositiva fez as minastenistas dominaram o confronto em todos os fundamentos. A maior diferença aconteceu no setor ofensivo, com nove pontos de dianteira (39 a 30). O principal nome atacando pelas mandantes foi Hilary Johnson, com 11. As donas da casa também ganharam em bloqueios (11 a 5) e aces (9 a 1). Em tocos, o destaque ficou com a canadense, com cinco, e em pontos diretos de saque a protagonista foi Julia Kudiess, com três.
Além de Hilary Johnson e Julia Kudiess, a central Thaisa também alcançou dois dígitos na pontuação pelo Minas ao marcar dez. Já no Maringá, a única com número de acertos relevante foi a oposta canhota Jaque Schimtz, com dez. Classificado, o clube minastenista aguarda o vitorioso entre Dentil Praia Clube e Sesi Bauru para saber o rival na briga por vaga na decisão da Copa Brasil. Do outro lado, Sesc Flamengo encara Osasco. As disputas decisivas serão nos dias 27 e 28 de fevereiro em Londrina (PR), no Ginásio Moringão. O campeão garante vaga na Supercopa 2026 e no Campeonato Sul-Americano de 2027.
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Quarto colocado na edição de 2025, o Minas subiu ao topo do pódio da Copa Brasil no feminino em 2019, 2021 e 2023, todas elas vencendo o Praia Clube na decisão. O atual campeão do torneio é o Osasco, que derrotou o Sesi Bauru no ano anterior.
Detalhes da vitória do Minas
O forte saque e o excelente aproveitamento nos contra-ataques foram decisivos para o Minas abrir 1 a 0 no jogo com 25 a 16. Na primeira parcial do confronto, a equipe minastenista mostrou mais eficiência ofensiva com cinco pontos a mais: 14 a 9. Os dois times marcaram três pontos de bloqueio, porém, as donas da casa marcaram 2 a 0 em aces. Além dos pontos diretos, o serviço das mineiras dificultou muito a recepção do Maringá. Hilary Johnson liderou em acertos com sete. No segundo set o placar se repetiu, com as mandantes marcando 25 a 16 e ampliando para 2 a 0.
Ao contrário do primeiro, no segundo set o bloqueio foi o protagonista ao invés do ataque. O Minas fez 5 a 2 em tocos, com três de Julia Kudiess e dois de Hilary Johnson. As atletas dirigidas pelo técnico italiano Lorenzo Pintus ganharam também em ações ofensivas (12 a 10) e em aces (2 a 1). Lideradas pela líbero Nyeme, as donas da casa defenderam mais (18 a 14) e erraram menos: 6 a 3. A canadense ficou em primeiro em pontos com seis, um a mais que Julia Kudiess, com cinco.
Por fim, na terceira parcial, as mandantes fecharam o duelo com 25 a 17 em mais um set sem contestações. Diferente dos anteriores, a última série teve o saque como protagonista, com 5 a 0 em aces, sendo três deles de Julia Kudiess. O Minas também levou a melhor atacando (13 a 11) e bloqueando (3 a 0). Assim como nos dois primeiros, Hilary Johnson também liderou a pontuação com mais cinco acertos, mesmo número de Thaisa.