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Australian Open 2026: Sabalenka e Rybakina vencem e marcam reencontro na final do torneio



Pela primeira vez em 18 anos, uma final de Grand Slam feminino reunirá duas finalistas que ainda não perderam sets no torneio.



Elena Rybakina e Aryna Sabalenka
Aryna Sabalenka e Elena Rybakina fazem final do Australian Open 2026 (Foto: WTA Brisbane / AFP)

O mundo do tênis testemunhará um duelo de gigantes na decisão do Australian Open 2026. Na manhã desta quinta-feira (29), a número 1 do ranking Aryna Sabalenka e a cazaque Elena Rybakina confirmaram o favoritismo, venceram suas semifinais em sets diretos e garantiram a reedição da final de 2023. O confronto promete ser de alto nível, colocando frente a frente as duas jogadoras mais dominantes das quadras rápidas na atualidade.

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Sabalenka segue dominante

Aryna Sabalenka não deu chances para a zebra e encerrou a série invicta de Elina Svitolina com uma vitória por 6/2 e 6/3. Com um jogo agressivo, a bielorrussa registrou 29 winners e aproveitou 4 das 7 chances de quebra para carimbar sua quarta final consecutiva em Melbourne.

Marca histórica: Sabalenka é apenas a terceira mulher na era aberta a alcançar quatro finais seguidas no Australian Open, juntando-se às lendas Evonne Goolagong e Martina Hingis.

Domínio na Austrália: Esta será sua oitava final de torneio WTA em solo australiano. Desde 2000, apenas Serena Williams (11) e Justine Henin (10) chegaram a mais decisões no país.

Rybakina elimina Pegula em grande jogo

Do outro lado, Elena Rybakina superou a experiência de Jessica Pegula com uma vitória por 6/3 e 7/6(7). Mesmo após desperdiçar três match points no segundo set, a cazaque manteve a frieza no tie-break para selar a vaga com uma bola vencedora de devolução espetacular.

Saque imparável: O serviço da cazaque foi o diferencial. Com 6 aces, 31 winners e 73% de pontos vencidos no primeiro saque, Elena Rybakina confirma seu status de um dos saques mais poderosos do circuito.

Estatística de elite: Rybakina é agora a quarta jogadora ativa a vencer suas duas primeiras semifinais de Australian Open na carreira, igualando marcas de Naomi Osaka, Aryna Sabalenka e Victoria Azarenka.

Uma final de recordes

Em última análise, a decisão de sábado (31) será a primeira final de Grand Slam desde Wimbledon 2008 (entre Serena Williams e Venus Williams) em que ambas as finalistas chegam à decisão sem ter perdido um único set. Com o retrospecto de 2023 favorável à bielorrussa, Rybakina busca a revanche para conquistar seu segundo Major, enquanto Sabalenka tenta o tricampeonato.

Jornalista em formação apaixonado por esportes. Movido pela análise e pelas histórias por trás dos placares. Porto Alegre, RS

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