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WSL: após uma bateria, etapa da Nova Zelândia é paralisada neste domingo



Falta de ondas paralisa a WSL na Nova Zelândia após apenas uma bateria. Retorno está previsto para segunda-feira (18)



Entenda o porquê a WSL corre contra o tempo na etapa da Nova Zelândia
Italo Ferreira (Foto: Beatriz Ryder/WSL)

O que começou com empolgação terminou em frustração para os fãs de surfe. O quarto dia da janela da etapa da WSL na Nova Zelândia até recebeu sinal verde no início, mas a ação durou pouco. Após a realização de apenas um confronto na água, a organização decidiu cancelar o restante da programação deste domingo (17) — já segunda-feira (18) no horário local.

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A única bateria disputada no dia foi o duelo em família entre os irmãos norte-americanos Griffin e Crosby Colapinto, válido pela abertura das oitavas de final masculina. Em um cenário de extrema escassez de ondas em Manu Bay, Griffin levou a melhor sobre o irmão mais novo ao vencer por 11.33 a 9.53 na somatória. Logo após o término da disputa, organização decretou a paralisação do evento pelo estado do mar.

Diante do imprevisto, uma nova tentativa de retomada das baterias foi agendada para esta segunda-feira (18), a partir das 16h15 (horário de Brasília). A organização segue monitorando as previsões meteorológicas para o Mar da Tasmânia e vai aproveitar qualquer brecha para dar seguimento ao campeonato.

Assim que o evento retornar, a programação pegará fogo com as sete baterias restantes das oitavas de final. O aguardado clássico brasileiro entre os campeões mundiais Gabriel Medina e Filipe Toledo abrirá os trabalhos. Além deles, a Brazilian Storm contará com Yago Dora, Alejo Muniz, Italo Ferreira e Miguel Pupo na busca por vagas nas quartas de final.

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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