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João Chianca surfista WSL

Surfe

João Chianca deseja uma vaga na elite da WSL em 2021

Campeão sul-americano em 2019, o surfista João Chianca, nascido em Saquarema começou 2020 com o vice-campeonato no QS 5000 de Pipeline no Havaí

João Chianca sonha com vaga na elite da WSL em 2021 (Keoki Saguibo/WSL via Getty Images)

João Chianca deseja uma vaga na elite da WSL em 2021

O surfista João Chianca, de 20 anos, vive a expectativa da volta dos eventos no Circuito Mundial. O atleta, nascido em Saquarema, no Rio de Janeiro, quer uma vaga na elite da WSL (World Surf League Championship Tour) em 2021. Em 2020, o brasileiro iniciou com o vice-campeonato no QS 5000 Volcom Pipe Pro e disputou as provas mais relevantes da Austrália em março, as últimas antes de o calendário do surfe ser cancelado.

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No ano passado, João Chianca, irmão mais novo do campeão mundial de ondas grandes, Lucas “Chumbo”, conquistou o título sul-americano de surfe profissional da WSL Latin America. “Com certeza, o troféu de campeão sul-americano já tem um lugar especial aqui em casa. A vitória no Chile foi incrível, a primeira da minha carreira e, certamente, me deixou bem mais leve e motivado”, disse o surfista.

João Chianca iniciou 2020 no Havaí, com um segundo lugar na final quase toda brasileira do QS 5000 Volcom Pipe Pro, em fevereiro nos tubos de Pipeline. O surfista perdeu para o paulista Wiggolly Dantas e o catarinense Yago Dora ficou em terceiro. Foi mais uma grande participação do Brasil no templo sagrado do surfe mundial, já que, em dezembro, o potiguar Ítalo Ferreira havia conquistado o título mundial de 2019.

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“Para mim, a final no Volcom Pipe Pro foi o momento mais alto da minha carreira”, afirmou João Chianca. “Não por ser um bom resultado o segundo lugar também, mas pelo modo que as coisas aconteceram durante todo o evento. Foram muitas baterias boas que disputei naquelas ondas, que, para mim são, talvez, as melhores do mundo para competir”, acrescentou o surfista de Saquarema.

Temporada 2020

João Chianca com o troféu de campeão da WSL Latin America em 2019 (The Box/Divulgação)

Após o vice no Volcom Pipe Pro, João Chianca voltou ao Brasil. Ele retornou para disputar outra etapa com status QS 5000, o Oi Hang Loose Pro Contest em Fernando de Noronha. Porém, o surfista de Saquerema perdeu na sua primeira bateria nas ondas da Cacimba do Padre. Depois, disputou as duas provas mais importantes da perna australiana, ficando em 25º no QS 5000 de Newcastle e em 49º no Challenger Series de 10.000 pontos de Sydney.

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Com estes resultados, João Chianca ocupa a 26ª posição no ranking do WSL Qualifying Series. Os eventos de março, na Austrália, foram os últimos de 2020. “Já estamos há bastante tempo sem competir. Mas, o objetivo continua sendo o mesmo, se manter saudável e sempre com a mente focada na vaga na elite”, disse João Chianca. “Eu sigo treinando forte, surfando bastante e espero que as coisas logo se normalizem”, completou o surfista.

Modificações em 2021

Atual campeão sul-americano da WSL Latin America, João Chianca também comentou sobre as mudanças que serão implantadas pela WSL a partir da temporada 2021. Uma delas é que o circuito será dividido. O Championship Tour iniciará em dezembro no Pipe Masters e terminará em agosto, com os cinco primeiros do ranking disputando o título mundial em um único dia.

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Por outro lado, as provas de 10.000 pontos do Challenger Series, serão realizadas no segundo semestre. Elas definirão os dez classificados para a elite do CT, enquanto as do WSL Qualifying Series decidirão os campeões regionais no primeiro semestre. “Eu acredito que a World Surf League propôs uma nova Era para o nosso esporte, com um formato novo e desafiador”, aprovou João Chianca.

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“Estou ansioso para ver como tudo irá acontecer e orgulhoso em participar dessa nova Era, não só como competidor, mas como surfista também, porque muita coisa vai mudar. Eu continuo treinando forte para estar pronto para quando as competições retornarem e agradeço ao apoio e carinho de todos que torcem por mim. Vocês são demais e espero que estejam todos bem e saudáveis”, concluiu o surfista.

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