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Rayssa arrisca manobras cabreiras e vai à final do street no Rio



Fazendo voltas arriscadas para entender o conceito dos juízes, Rayssa Leal acertou o suficiente para se garantir entre as finalistas do STU



Na imagem, Rayssa Leal fazendo uma de suas manobras cabreiras para impressionar os juízes.
Rayssa Leal fazendo uma de suas manobras cabreiras para impressionar os juízes. Foto: Pablo Vaz/ STU

A final do street feminino do Pro Tour STU Rio de Janeiro terá quatro atletas brasileiras, uma australiana e uma holandesa. Assim, Gabi Mazetto, Isabelly Ávila, Rayssa Leal e Maria Lúcia terão a chance de fazer um pódio completamente nacional neste domingo (16). Quem pode estragar a festa carioca são Chloe Covell, que passou em primeiro na terceira bateria, e Keet Oldenbeuving, que foi a segunda na bateria de Rayssa. A brasileira medalhista olímpica teve a maior nota das semifinais, mesmo arriscando bastante para impressionar os juízes.

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“Queria muito ter acertado minhas voltas, a de segurança já estava pesada com fator especial de seis. Mas queria ter acertado as minhas cabreiras mesmo para já ver a nota para amanhã, entender como eles estão pensando. É muito importante criar uma estratégia que bata com as notas dos juízes, porque não adianta fazer uma loucura ou fazer as mais básicas e não saber como eles pensam. É bom para estudar a estratégia, mas estou muito feliz com minha volta, foi uma das melhores voltas que eu fiz, tudo muito ‘clean’, foi style do mesmo jeito”, comemorou Rayssa.

A primeira volta da skatista maranhense parecia de uma tranquilidade absurda, acertando todas as manobras e alcançando a nota 76,06 pontos. No entanto, esse foi o máximo que Rayssa alcançou em suas apresentações. No quarto salto da segunda volta, não encaixou o skate de forma correta e caiu na aterrissagem e também não acertou a bomb trick. Mesmo assim, foi o suficiente para se garantir na final e estabelecer o parâmetro para as demais concorrentes. A holandesa Keet Oldenbeuving fez 55,76 pontos na mesma bateria e avançou com a segunda colocação.

Brasileiras para o pódio

Pelo menos uma brasileira estará no pódio na conclusão do street nesse domingo. Isso porque Gabi Mazetto fez 58,60 pontos e Isabelly Ávila chegou em 48,69 na bateria anterior a da Rayssa. Entre as concorrentes, Pâmela Rosa e Kayna Abel ficaram pelo caminho, Pâmela até teve um queda mais feia, machucando o ombro esquerdo e precisou de auxílio. Depois, mostrou que tinha condições de andar no skate, contudo ficou a dois pontos de seguir para a decisão. Isabelly conquistou a vaga mesmo com muitas dores no joelho.

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Por fim, a australiana Chloe Covell, uma das principais concorrentes de Rayssa, fez 67,82 para avançar com a primeira colocação na terceira bateria. Já a brasileira Maria Lúcia superou a espanhola Daniela Terol (54,09 contra 52,92) para garantir-se na final e dar a certeza que, ao menos uma skatista nacional estará no pódio.

Jornalista formado em 2013, mas que atuo desde 2008, quando ingressei na Universidade P. Mackenzie, Trabalhei por seis anos no Diário Lance!, passei por Punteiro Izquierdo, Surto Olímpico, Torcedores, Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo, Liga Nacional de Basquete e N Sports. Entrei no OTD em Abril de 2023.

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