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Mariana Moreira avalia vitória das Yaras no reencontro contra a África do Sul



Mariana Moreira fala sobre a vitória das Yaras diante da África do Sul e a evolução da equipe um ano após a estreia na Copa do Mundo



Foto: Reprodução Instagram @_moreiramare

Autora do primeiro try do Brasil na vitória por 34 a 12 sobre a África do Sul A (seleção de desenvolvimento da África do Sul), Mariana Moreira avaliou o desempenho das Yaras no primeiro amistoso de preparação para o WXV. O confronto marcou o reencontro entre Brasil e África do Sul nesta segunda-feira (24), um ano depois da estreia brasileira em uma Copa do Mundo de Rugby XV, justamente diante das sul-africanas.

“Foi um desafio, né? Um time que a gente tá construindo, novas pessoas, novos rostinhos. E foi muito bom, a gente conseguiu colocar em jogo tudo o que a gente vem treinando. Nesses jogos de preparação, a gente tá no físico pra chegar no WXV (liga mundial da categoria) muito bem, muito forte, muito físico”, analisou em entrevista ao Olimpíada Todo Dia.

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A vitória também serviu para mostrar que o trabalho desenvolvido nos treinamentos começa a aparecer em campo. Diante de uma equipe sul-africana conhecida pela força física, as Yaras conseguiram impor intensidade e competir no contato, um dos aspectos que a seleção vem buscando aprimorar durante a preparação para o WXV.

“E eu acho que é exatamente isso. O que a gente tá treinando, a gente tá conseguindo colocar em campo e indo pra frente. Acho que o ponto positivo é o que a gente vem trabalhando, que é o contato físico. A África do Sul é um time muito físico e a gente tá mostrando que o Brasil também é”, destacou Mariana.

Um ano da primeira participação

Um ano atrás, as Yaras entravam em campo pela primeira vez para disputar uma partida de Copa do Mundo. O reencontro com a África do Sul, agora em um cenário de preparação para uma nova competição internacional, também serviu para mostrar a evolução da equipe nesse período. Na ocasião, o Brasil se tornou a primeira seleção sul-americana, entre homens e mulheres, a disputar um Mundial na modalidade de 15 jogadoras.

“São dois times completamente diferentes da Copa do ano passado pra hoje. Mas eu acho que é um degrau de cada vez e hoje a gente subiu um degrau da Copa, né? O resultado foi muito melhor, mas também os dois times estão bem diferentes. E eu acho que daqui pra frente é isso, cada vez subir mais degraus e chegar no topo”, finalizou.

Formada em Jornalismo pela PUC-SP e apaixonada pelo universo esportivo e por Ginástica Rítmica

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