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Fernanda Nunes e Vangelys Reinke faturam o bronze na Copa América de remo costal



Dupla mista brasileira brilha na disputa do terceiro lugar contra o Chile; país soma segunda medalha na competição



Fernanda e Vangelys, Remo costal
Foto: Clube de Regatas Lima

O Brasil voltou a subir no pódio na capital peruana. No segundo dia de disputas da Copa América de remo costal, realizado nesta quarta-feira (22), a delegação brasileira garantiu a medalha de bronze na modalidade Beach Sprint. O resultado soma-se à prata conquistada por Sophia Lima no dia de abertura, consolidando a boa fase do país na modalidade que fará sua estreia no programa olímpico em 2028.

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Bronze no duplo misto

O grande destaque do dia foi a dupla formada por Fernanda Nunes Ferreira e Vangelys Reinke Pereira. Competindo na categoria duplo misto (CMix2x), os brasileiros iniciaram a jornada com uma vitória sobre os uruguaios Delpino e Seijas nas quartas de final.

Após sofrerem um revés para os argentinos Ferrer e Baluzzo na semifinal, Fernanda e Vangelys demonstraram poder de recuperação imediato. Na disputa direta pela medalha de bronze, o barco brasileiro superou os chilenos Aravena e Hostetter, garantindo o lugar no pódio.

Desempenho no individual

Nas provas individuais, o Brasil também figurou entre os melhores, embora tenha batido na trave por novas medalhas:

  • Masculino (CM1x): Renato Cesar Azevedo teve um início sólido, vencendo o chileno Brahim Alvayay nas quartas de final. Na semifinal, o brasileiro travou um duelo intenso contra o peruano G. Hamann, mas foi superado no sprint final. Na disputa pelo bronze, Renato acabou derrotado pelo paraguaio Javier Insfrán, encerrando a competição na quarta posição.
  • Feminino (CW1x): Thalita Soares representou o país na chave feminina, mas foi eliminada nas quartas de final pela atleta da casa, a peruana Pamela Noya.

A modalidade

A competição em Lima segue o modelo do remo costal beach sprint, formato confirmado para os Jogos de Los Angeles 2028. A prova exige uma combinação de atletismo e técnica: os atletas largam correndo na areia, embarcam rapidamente para o percurso contornando boias no mar e finalizam com uma nova corrida na praia. Essa dinâmica torna as chegadas imprevisíveis, sendo decididas muitas vezes nos metros finais, como visto nas disputas desta quarta-feira.

Jornalista em formação apaixonado por esportes. Movido pela análise e pelas histórias por trás dos placares. Porto Alegre, RS

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