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Meetings têm mudança de modalidade e família competindo junto



Nos meetings de Brasília e Macapá, com cerca de 300 paratletas, Aline Cabral migrou para tiro e mãe e filhos competiram arremessando pesos



Na imagem, Aline Cabral durante a prova no Meeting Paralímpico de Brasília.
Aline Cabral durante a prova no Meeting Paralímpico de Brasília. Foto: Abelardo Mendes/ CPB

O Meeting Paralímpico de Brasília deste sábado (13), contou com disputas de atletismo, natação, halterofilismo e tiro esportivo. O evento reuniu 209 atletas de diferentes regiões do Brasil na capital federal. Além disso, em Macapá (AP) ocorreram provas de atletismo, única modalidade da etapa, com cerca de 90 atletas.

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No meeting em Brasília, a atiradora Aline de Oliveira Cabral, em sua primeira prova do ano, após iniciar na modalidade em 2025, garantiu o quarto lugar na P2 pistola de ar comprimido – 10 metros – da classe SH1. Paraplégica desde os 15 anos, a trajetória de Aline no esporte paralímpico começou no tênis em cadeira de rodas, modalidade na qual competiu entre 2012 e 2018. Mas precisou buscar novos caminhos e encontrou no badminton uma oportunidade para continuar competindo.

Desse modo, conquistou títulos nacionais e internacionais. Em 2023, representou o Brasil nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago, no Chile. Em 2024, no entanto, uma amiga convidou Aline para participar do Camping Militar e Civil Paralímpico, promovido pelo CPB para apresentar a modalidade. Agora, no meeting brasiliense, já obteve um quarto lugar. Aline ainda divide a rotina com o badminton, mas vê na nova modalidade uma possibilidade para o futuro, sobretudo por contribuir para o desenvolvimento do esporte em Brasília e para o aumento da participação feminina.

A etapa brasiliense contou também com a presença da halterofilista Ana Paula Marques, que terminou a competição com a medalha de ouro e o recorde brasileiro da categoria até 61kg, ao levantar 114kg. A atleta está entre as convocadas para Jogos Parasul-Americanos de Valledupar, na Colômbia, em julho deste ano.

Macapá

Regiovana Cardoso, de 41 anos, e Pedro Yago Cardoso, de 17, competiram juntos no lançamento de dardo e no arremesso de peso, ambos na classe F40. No meeting, a mãe competiu na categoria absoluta e o filho competiu na Sub-20. No lançamento de dardo, a atleta marcou 9,26m, enquanto Pedro Yago terminou a prova com 11,44m. Já no arremesso de peso, Regiovana obteve 3,51m, e seu filho fechou a competição com 3,73m. A mãe foi ouro nas duas provas, enquanto Pedro ficou com dois bronzes e, ainda, atingiu sua melhor marca da vida no lançamento de dardo.

A competição também teve o arremesso de peso da classe F34 (paralisia cerebral), na qual a atleta Isabelle da Silva buscava melhorar suas marcas para chegar ainda mais confiante nos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar 2026. Assim, obteve as marcas de 13,98m no lançamento de dardo, e 6,32m no arremesso de peso.

*Com informações do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB)

Jornalista formado em 2013, mas que atuo desde 2008, quando ingressei na Universidade P. Mackenzie, Trabalhei por seis anos no Diário Lance!, passei por Punteiro Izquierdo, Surto Olímpico, Torcedores, Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo, Liga Nacional de Basquete e N Sports. Entrei no OTD em Abril de 2023.

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