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Brasil conquista quatro títulos no Future de Santiago de tênis de mesa paralímpico

Danielle Rauen e Jennyfer Parinos no Aberto do Brasil de tênis de mesa paralímpico
Dhavid Normando/FVimagem.com/CBTM/@dhavidnormandofotografia

O Brasil teve um dia de destaque no ITTF World Para Future, em Santiago, no Chile nesta segunda-feira, 20 de abril. Foram quatro títulos no último dia de Future de Santiago de tênis paralímpico, sendo dois deles por Danielle Rauen, que conquistou título do individual na véspera e outros dois com participação de Thais Fraga Severo.

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O primeiro dos títulos de Rauen foi nas duplas femininas WD14-20, com Jennyfer Parinos e o segundo foi nas duplas mistas XD17, com Luiz Filipe Guarnieri.

Já um dos títulos de Severo, foi ao lado de Marliane Amaral Santos na WD10. Disputado em grupo único, a parceria brasileira venceu os três jogos. Já nas duplas mistas WD7-10, ela se uniu a Fábio Silva para conquistar o ouro.

Além disso, duplas com brasileiros conquistaram mais sete medalhas no torneio de tênis de mesa paralímpico. Uma dupla 100% foi vice e outras quatro ficaram com bronze. Já parcerias formadas por mesa-tenistas brasileiros e japoneses conquistaram uma prata e um bronze.

Duplas brasileiras ganham quatro títulos

O primeiro ouro veio nas duplas femininas WD14-20, com Danielle Rauen e Jennyfer Parinos. A dupla brasileira dominou a final contra as chilenas Ailyn Paulina Espinoza Perez e Joseline Yevenes, vencendo por 3 a 0. 

Outro título brasileiro foi nas duplas mistas XD17, com Luiz Filipe Guarnieri e Danielle Rauen. Eles superaram os chilenos José Luis Cerpa Yanez e Ailyn Paulina Espinoza Perez também por 3 a 0, confirmando a superioridade ao longo do torneio.

Outro título foi conquistado foi nas duplas mistas XD7-10. Fabio Silva e Thais Fraga Severo venceram os chilenos Luis Flores e Tamara Leonelli sem perder sets.

Já no torneio de duplas femininas WD10, Thais Fraga Severo e Marliane Amaral Santos venceram três jogos sem perder sets, dois contra duplas chilenas e um contra uma parceria colombiana. 

Mais medalhas para duplas brasileiras (e japonesas)

Já nas duplas masculinas MD4-8, Carlos Eduardo Freire de Moraes e Fabio Silva chegaram à decisão, mas ficaram com a prata após derrota por 3 a 2 para os argentinos Gabriel Copola e Elias Romero.

A outra prata brasileira foi por uma parceria nipo-brasileira. Lucas dos Santos Carvalho se uniu ao japonês Tsujimura Takumi e ficou com o vice nas duplas masculinas MD18. Eles perderam a final para os norte-americanos Tahl Leibovitz e Logan Wade Watson.

Na WD14-20, por pouco não teve uma final com duas duplas envolvendo brasileiras. Já que Aline Meneses Ferreira se uniu à japonesa Tsunoda Setsu e ficou com o bronze, ao perder para a dupla chilena.

Carlos Eduardo Freire de Moraes e Marliane Amaral Santos ficaram com o bronze nas duplas mistas XD7-10 ao perder para os chilenos Luis Flores e Tamara Leonelli.

Também nas duplas mistas, da XD14, Charles Eloi Luiz Lemos Vieira e Aline Meneses Ferreira chegaram à semifinal, mas foram superados por 3 a 1 por Samuel William Altshuler e Zu Mingyu, representantes dos Estados Unidos.

Guilherme Marcião da Costa e Iranildo Conceição Espíndola ficaram com o bronze da MD4-8 ao perder para Carlos Eduardo Freire de Moraes e Fábio Silva na semifinal.

Algumas categorias foram disputadas em grupo único, em todos contra todos. Lucas dos Santos Carvalho e Jennyfer Parinos terminaram em terceiro nas duplas mistas XD20.

Interessado em cinema, esporte, estudos queer e viagens. Se juntar tudo isso melhor ainda. Mestrando em Estudos Olímpicos na IOA. Estive em Tóquio 2020.

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