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Jaqueline Ferreira

Tóquio 2020

Jaqueline Ferreira embarca para a terceira Olimpíada da carreira

Ao lado do técnico Dragos Stanica, Jaqueline Ferreira seguiu para a capital japonesa, onde fará sua participação na competição no próximo dia 2 de agosto

Foto: Nelson Ayres.

Jaqueline Ferreira embarca para a terceira Olimpíada da carreira

Ansiedade era o sentimento que definia uma dupla brasileira do levantamento de pesos, no momento do embarque para Tóquio, na noite desta terça-feira (20). Com a preparação finalizada, a pesista Jaqueline Ferreira (87kg) e o técnico Dragos Stanica iniciaram a longa viagem para o Japão. Nada que incomodasse. Afinal, era a concretização de um objetivo.

Depois de treinamentos intensivos e muita expectativa, Jaqueline Ferreira enfim poderá chegar à Vila Olímpica e entrar de vez no clima dos Jogos. O momento será importante para ‘quebrar o gelo’ e trazer a pesista de vez para a realidade. Até então, a participação olímpica não saía da cabeça, em uma contagem regressiva para o dia da viagem.

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“Sonhei muito, essa noite eu nem dormi de tanta ansiedade. Dormi pouco, pensando. Sem querer esquecer nada… Mas estou muito feliz!”, disse Jaqueline, na chegada ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. A dupla seguiu para São Paulo e ainda terá uma parada em Istambul antes de chegar ao Japão, já na véspera da abertura dos Jogos Olímpicos.

A atleta carioca vai para sua terceira participação olímpica, mas afirma: todos os momentos são marcantes. “Cada um é diferente, mas igualmente feliz, emocionante. Agora são Jogos de muita esperança e é diferente pelo momento que a gente está vivendo, com essa pandemia. Tem que ter muito mais cuidado, cautela, mas não deixa de ser muito feliz”, completa Jaqueline.

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Ela tentará descansar ao máximo para logo se adaptar ao fuso horário japonês. Terá tempo, pois a sua estreia só acontece no dia 2 de agosto. O técnico Dragos Stanica considera que, apesar da animação da atleta, o trajeto até Tóquio será a pior parte.

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“É destruidor, muito pesado. Mas estamos tranquilos, temos de nos adaptar”, afirma. Segundo ele, é preciso entrar de cabeça no fuso horário, evitando as sonecas durante o dia japonês e buscando dormir o máximo possível durante a noite. “Vamos aproveitar o momento dos nossos atletas e sentir a grandeza dos Jogos Olímpicos”, finaliza o técnico.

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