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Mariana D’Andrea bate marca de Tóquio e é campeã brasileira

No Campeonato Brasileiro de halterofilismo, Mariana D’Andréa superou a marca que lhe deu o ouro na Paralimpíada e sagrou-se campeã da categoria até 73 kg

No Campeonato Brasileiro de halterofilismo, Mariana D'Andréa superou a marca que lhe deu o ouro na Paralimpíada e sagrou-se campeã da categoria até 73 kg
Ale Cabral/CPB

Medalhista de ouro nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, a halterofilista Mariana D’Andréa superou a própria marca obtida no Japão e conquistou o título do Campeonato Brasileiro de halterofilismo pela categoria até 73 kg nesta sexta-feira, 6, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

Mariana D’Andréa sagrou-se campeã ao levantar 138 kg, peso que também decretou o novo recorde brasileiro da categoria. Embora seja superior ao peso que ela suportou nos Jogos de Tóquio 2020, quando ergueu 137 kg, e maior também ao atual recorde das Américas (135 kg), que pertence à própria paulista, o resultado não é considerado válido internacionalmente, já que o júri da competição não era formado apenas por árbitros internacionais.

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“Eu fiz essa marca já focada no Open das Américas [que será realizado nos Estados Unidos, em julho], estava me sentindo muito bem e sabia que iria ter um bom desempenho hoje na competição. O Brasileiro é um campeonato mais forte e, por isso, já vim com um ritmo forte”, afirmou Mariana D’Andréa, que tem nanismo.

Outra halterofilista a conseguir a bater novo recorde brasileiro em sua categoria foi a mineira Lara Lima. A atleta de 19 anos, que nasceu com mielomeningocele, levantou 96 kg n sua terceira tentativa e ampliou a antiga marca de 93 kg, que era da mesma atleta, obtida na Primeira Fase Naional do Circuito Paralímpico da modalidade, no último mês de abril, também no CT Paralímpico.

Ainda nesta sexta pela manhã, outros dois recordes brasileiros haviam sido batidos também no halterofilismo. Na categoria até 72 kg, o catarinense Ezequiel Corrêa, 34, da AESA/SP, levantou 183 kg e superou sua própria marca de 182 kg, alcançada em 2019, na capital paulista. Já na categoria até 80 kg, o paraibano Ailton de Souza, 37, do CCF/SE, levantou 195 kg, 1 kg a mais em relação ao antigo recorde de 194 kg, registrado por Evânio Rodrigues, em Fortaleza, no ano de 2013.

Outros campeões

O segundo dia do Campeonato Brasileiro  de halterofilismo contou com mais campeões tanto no masculino quanto no feminino.

Na categoria até 107 kg, Mateus Silva, do clube Praia/CDDU/Uberlândia, ficou com a medalha de ouro ao erguer 205 kg, assim como Maria Rizonaide da Silva, da SADEF-RN, que foi a campeã entre as atletas até 45 kg ao atingir a marca de 82 kg.

Já Ana Paula Marques, do CFB, ergueu 84 kg e foi a melhor na categoria até 55 kg.   

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