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Canoagem Velocidade

Ao vivo: Mundial de canoagem e paracanoagem

Assista ao Mundial de Canoagem Velocidade, com dez brasileiros em ação

Isaquias Queiroz Mundial de canoagem e paracanoagem velocidade
Divulgação/CBCa

Assista ao vivo: Mundial de canoagem e paracanoagem velocidade 2022

11h
14h30

DIA 4 – SÁBADO

10h
14h30

DIA 3 – SEXTA-FEIRA

10h
14h30

DIA 2 – QUINTA-FEIRA

9h
14h30

DIA 1 – QUARTA-FEIRA

10h30
15h

Começa nesta quarta-feira (03), o Mundial de Canoagem Velocidade e Paracanoagem em Halifax no Canadá, a equipe brasileira já está na cidade desde a semana passada. O Brasil vem com força total na disputa das provas da canoa, serão três atletas na água: Isaquias Queiroz, Erlon de Souza e Filipe Santana Vieira.

FAVORITO

Isaquias Queiroz é o grande favorito no evento, atual campeão olímpico e campeão mundial na distância dos 1000 metros, ele vem com o foco total para este evento na canoa individual, neste evento a equipe técnica planejou que o medalhista nos Jogos Olímpicos em Tóquio dispute somente as provas do C1, ele vai competir nas provas do C1 500 e no C1 1000 metros.

+Isaquias fica em 6º lugar no c1 1000m na República Tcheca

“Meu objetivo é sair com medalhas tanto nos 500 quantos nos 1000 metros, acho que o meu grande adversário será o Martin Fuksa, (atleta da República Tcheca) que está buscando muito uma medalha de ouro em Mundiais. Vou disputar só as provas individuais porque a C2 ainda não está totalmente completa, o Erlon está se recuperando e também vamos deixar uma pulga atrás da orelha para os nossos adversários”, fala Isaquias.

E ele complementa que não quer voltar de “pescoço pelado”,  que apesar de estar com o foco 100% para Paris 2024, existe um caminho a seguir e a conquista de medalhas em Mundiais ajudam a trilhar uma boa preparação e a confiança em buscar bons resultados. A primeira prova de Isaquias em Halifax será a eliminatória pelo C1 500 metros nesta terça-feira (03), às 16h06 pelo fuso horário de Brasília. Na quarta-feira (04) será a vez do C1 1000 metros, às 11h17 da manhã.

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DUPLA

A dupla brasileira na canoa será composta por Felipe Santana Vieira e Erlon de Souza, a formação é uma mistura de experiência com uma aposta no futuro. Eles disputarão duas provas no Canadá: C2 1000 e C2 500 metros. Santana ainda disputará a prova individual do C1 5000 metros.

“Vai ser o meu primeiro campeonato mundial sênior, sei que o nível é bem grande, mas vamos com tudo. Será a minha primeira prova com o Erlon, estamos com boas expectativas, eu o acho um bom parceiro, estar remando com ele é ótimo. Eu espero de mim um bom resultado”, diz Felipe.

A VOLTA DE ERLON

Para o experiente Erlon, esse evento tem um gostinho de recomeço, o atleta medalhista olímpico nos Jogos Olímpicos Rio 2016 ao lado de Isaquias no C2, quer agora voltar com tudo pensando em Paris 2024. Por causa de uma lesão ele ficou de fora dos Jogos Olímpicos em Tóquio, mas ele quer iniciar com o pé direito nesse novo ciclo olímpico.

“A expectativa é muito grande, será a primeira competição depois da cirurgia, vai ser o momento ideal para saber a evolução, como está sendo construído tudo aquilo que está sendo trabalhado para eu chegar no topo novamente. Essa competição vai dizer muito da minha evolução. O Filipe será o meu quarto parceiro na C2, ele vem em um crescimento muito significativo, eu acredito que uma das experiências maiores dele foi dentro do treinamento, isso vai ser um reflexo da competição, a medalha é consequência. Ele é novo no cenário, mas tem muita experiência porque está há um tempo treinando com a gente”, fala.

As provas do C2 iniciam nesta terça-feira (03), com a dupla brasileira entrando na água às 12h18 na distância dos 500 metros. Na quarta-feira (04), será a vez dos 1000 metros, eles competem as eliminatórias às 11h59 da manhã, o fuso horário de Halifax é o mesmo do fuso horário de Brasília.

PLANEJAMENTO

Segundo o treinador Lauro de Souza Júnior, o “Pinda”, a equipe será competitiva mas não “irá gastar todas as cartas do baralho neste ano”, ele lembra que este evento marca a abertura do ciclo olímpico para Paris 2024 e vê uma competição importante, mas o planejamento foi feito com os pés no chão.

“Gostaria de salientar que é um ano que nós resolvemos planejar de uma forma mais tranquila e mais calma. Viemos de um ciclo longo de cinco anos. Toda a questão da pandemia foi um agravante, eu senti a necessidade de dar um ano mais calmo para o Isaquias, por isso ele vai disputar somente as provas individuais nesse evento, mas mesmo assim eu não o vejo fora da disputa das medalhas”, fala.

Sobre a dupla do C2, Lauro lembra que o Erlon é um atleta experiente, e espera que o ele tenha um bom desempenho na água depois da sua cirurgia. Sobre o Filipe o treinador fala que o jovem é um atleta que está evoluindo bem e acredita que farão um bom resultado.

Paracanoagem com força total

O Brasil será representado por sete atletas no Campeonato Mundial de Paracanoagem. Dentre os atletas brasileiros presentes na competição, três conquistaram medalhas nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020: Fernando Rufino, ouro nos 200 m VL2, Giovane Vieira, prata nos 200m VL3, e Luis Carlos Cardoso, prata nos 200 m KL1.

Além deles, outras três canoístas que estão no Canadá também representaram o Brasil na capital japonesa: Adriana Azevedo, Débora Benevides e Mari Santilli. Igor Tofalini é o único atleta da delegação em Halifax que não disputou a última edição dos Jogos Paralímpicos.

“Estou feliz e numa expectativa grande. Treinei muito para estar aqui, no Canadá, e ter um bom desempenho no Mundial”, disse a sul-mato-grossense Débora Benevides, que vai disputar na categoria VL2 (para atletas que usam tronco e braços na remada). Ela tem má-formação nos membros inferiores, que causa atrofia nas pernas.

Depois de anos no caiaque, a paranaense Mari Santilli vai estrear na canoa durante o Mundial e disputará provas em duas categorias: KL3 (caiaque) e VL3 (canoa). Em ambas, os atletas podem usar braços, tronco e pernas na remada. A curitibana sofreu um acidente de moto em 2006, ocasião em que teve a perna esquerda amputada. “Estou preparada porque treinei bastante. E, quando estamos preparados, tudo dá certo”, destacou Mari.

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