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Bruninho admite: “Não temos mais o time mais talentoso”

Divulgação

Capitão da seleção brasileira, o levantador Bruninho, que tem no currículo três medalhas olímpicas, um ouro e duas pratas, é o principal líder do time atual. No time há mais de uma década, o jogador saiu triste com a quarta posição da Liga das Nações, após as derrotas para a Rússia, na semifinal, e para os Estados Unidos, na disputa do bronze, ambos por 3 a 0.

“Estamos acostumados a sempre pegar medalha, quando a gente chega na semi, a gente quer pelo menos uma medalha. A gente tentou tudo, sofremos com as derrotas, porque temos que sofrer. E continuar. Tem que servir de lição tudo isso aí. Nestas seis semanas, o time sofreu muito, treinou o que podia, então temos que tirar algo de positivo” – disse.

O domínio do Brasil no vôlei mundial dos últimos anos é impressionante. Três gerações passaram e, desde 2001, a seleção alcançou todas as finais olímpicas e de Campeonatos Mundiais, além de ter chegado em 14 decisões de Ligas Mundiais. Mas o levantador sabe que, atualmente, o talento dos jogadores do país não é o mesmo de outros anos:

“Nós não temos mais o time mais talentoso, nem o mais forte fisicamente, temos que ter consciência que não temos mais a geração que venceu tudo. Eles conseguiram tudo unindo talento ao trabalho. Então temos que trabalhar, trabalhar e trabalhar” – disse.

Para o Campeonato Mundial, que será disputado a partir do dia 9 de setembro, a seleção deve estar reforçada dos titulares na conquista do ouro olímpico Lucarelli e Maurício, que estão machucados, além de Lipe, que também fez parte do time na Rio 2016.

O levantador sabe que a seleção está entre as candidatas ao título:

“Estamos no bolo, claro, com outros sete ou oito times. Não tem nenhum com um passo a frente. Estaremos no bolo para o Mundial ” – garantiu.

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