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Brasil freia reação francesa e vence no tie-break

Divulgação/FIVB

Seleção brasileira tem começo de gala, cai nos sets seguintes, mas derrota a França no tie-break pelo Campeonato Mundial

O começo do jogo era de incertezas. Renan colocou Lipe, que está com uma lesão crônica no cotovelo, e que foi poupado da estreia. A seleção enfrentaria o primeiro grande desafio do Mundial, depois da estreia tranquila contra o Egito. E o time verde-amarelo conseguiu a suada vitória por 3 a 2, parciais de 25/20/ 25/20, 21/25, 23/25 e 15/12.

Agora, o Brasil folga nesta sexta-feira, e volta para a quadra no sábado, contra a Holanda. A França joga nesta quinta com o Egito. O Brasil é o segundo do grupo, atrás ainda do Canadá, que também venceu os dois jogos que fez.

“A gente oscilou, isso não pode acontecer. Deixamos eles encostarem, tivemos que correr e remar. Mas corremos atrás e não desistimos. Nos dois primeiros sets a gente não oscilou e isso, contra qualquer equipe, é muito bom” – disse Wallace, que marcou vinte pontos.

Os dois primeiros sets do Brasil foram quase impecáveis. O primeiro erro de ataque veio só na metade da segunda parcial. O bloqueio já tinha dez pontos. Wallace, Lipe, Douglas, Isaac e Lucão, todos estavam com um ótimo aproveitamento no ataque. Na terceira parcial, o treinador francês conseguiu “mudar” o jogo, e, com três substituições, recolocou os franceses no duelo.

” O jogo não é só físico, nem técnico e tático. A parte mental é muito forte. A gente começou muito bem, mas eles mudaram umas peças e voltaram bem no terceiro set. A gente vacilou, errou algumas bolas, poderíamos ter buscado no terceiro set. No quarto set a gente aumentou o volume de jogo, e teve mérito deles. No tie-break, foi na raça” – disse Bruninho.

O maior pontuador do jogo foi N´Gapeth, com 22 pontos, seguido por quatro brasileiros: Wallace 20, Douglas 15, Lipe 14 e Lucão 12. Só de bloqueio, a seleção anotou 18 pontos, com destaque para Lipe, com seis.

O primeiro set do Brasil foi quase perfeito. O saque entrou, foi apenas um ponto direto, mas outros tantos provenientes do bom serviço. No ataque, todos foram bem: Lipe, Isac, Lucão e Douglas. No bloqueio, quatro pontos. A seleção abriu no comecinho e, apesar do equilíbrio até a metade da parcial, não perdeu a dianteira. Pela França, Boyer e N´Gapeth pareciam as únicas opções, cada um anotou cinco pontos cada.

O Brasil seguiu no mesmo ritmo na segunda parcial, Liderou o tempo todo, com um pequeno momento de desatenção quando o jogo ficou 14 a 14. Na sequência, a seleção já abriu 18 a 15. Wallace estava quase perfeito no ataque e Isaac conseguia quebrar o passe francês. No fim, 25 a 20, em um bloqueio de Evandro.

O início do terceiro set foi perigoso. Os franceses abriram 4 a 1, após um bloqueio e um erro de ataque brasileiro em jogada pelo meio com Isaac. A França estava modificado com relação aos sets inciais, com mudança de três jogadores. O placar já apontava 10 a 4.

O Brasil voltou ao jogo, conseguia virar as bolas, mas não buscar o placar. Na parada técnica, 16 a 11 para os franceses. Com um bloqueio e um contra-ataque, a seleção até encostou no placar, 16 a 14 e 18 a 16, mas não conseguiu buscar. Renan colocou Wiliiam e Evandro em quadra, mas a França conseguiu fechar 25/21.

O quarto set começou com a França na frente, 5 a 2, com saques espetaculares de N´Gapeth e Brizard. O passe brasileiro começou a falhar, principalmente com Douglas, que foi para o banco para a entrada de Lucas Loh. Com bons saques de Isaac, a seleção empatou 9 a 9.

No bloqueio de Lipe e Lucão, a seleção passou na frente, 12 a 11. O jogo ficou lá e cá, cada hora com um dos times na frente. No 17 a 17, a França conseguiu dois pontos seguidos, um após longo rali, e outro em um bloqueio para cima de Lucão. A seleção chegou a encostar de novo, mas o passe voltou a falhar, 25 a 23.

No quinto set, o Brasil abriu dois pontos, 5 a 3, após um erro francês e um ponto em longo rali. Mas os europeus viraram 8 a 6, após um ace, um bloqueio em Wallace e um erro de Douglas. Mas, no saque do próprio Douglas, a seleção buscou a virada, 11 a 10. Um erro na combinação Lucão-Bruninho, quase sempre perfeita, deixou a França de novo na frente, 12 a 11.\

Lipe inspirado no bloqueio colocou o Brasil com o set point e, no saque de Lucão, Brasil fechou em 15/12.

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