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Decisão sobre US Open em junho; opção “sem público” é improvável

Torneio acontece em Nova York e segue marcado para 31 de agosto por enquanto

US Open - Tênis - Coronavírus
Complexo Billie Jean King está sendo usado como hospital de campanha (Twitter/Usopentennis)

A decisão sobre a realização ou não do US Open, o quarto e último Grand Slam do ano, deve ser tomada em junho, segundo informou o CEO da Associação Americana de Tênis (USTA), Mike Dowse. A incerteza é devida à pandemia de coronavírus.

Por enquanto, o US Open segue programado para a data prevista, entre 31 de agosto de 13 de setembro. No entanto, o torneio acontece em Nova York, um dos estados dos Estados Unidos mais afetado pelo coronavírus.

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“Óbvio que nossa ambição é de realizar o torneio. O fator determinante será para a tomada de decisão será a saúde e bem-estar dos atletas, torcedores e da nossa equipe”, disse Dowse em uma teleconferência da USTA com jornalistas na quinta-feira (16). Ele acrescentou que a opção de fazer o Grand Slam sem público é “improvável”.

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O CEO explicou também que a entidade está trabalhando com um conjunto de pelo menos cinco médicos e ressaltou que “o tempo está ao nosso lado neste momento”, já que o US Open acontece apenas no fim de agosto.

Quanto a opção de realizar o torneio sem público, Dowse disse que “nada é descartado, mas hoje, é um cenário altamente improvável”.

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“Mas as coisas são fluida. Se os médicos especialistas voltarem uma maneira infalível de realizar um torneio muito seguro, que seria, infelizmente, sem fãs, poderemos reconsiderar a opção”, completou.

O complexo de tênis Billie Jean King, onde é o realizado o US Open, esta sendo usado como hospital de campanha para pacientes com coronavírus e conta com 470 leitos.

Além do US Open, outros dois Grand Slams foram afetados. Roland Garros, que aconteceria em 24 de maio, foi remarcado para 20 de setembro, enquanto Wimbledon, que seria em 29 de junho, foi cancelado. O calendário do tênis segue suspenso até meados de julho.

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