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200m livre feminino

Jogos Pan-Americanos – Lima 2019 – Natação – 200m livre feminino

Chances do Brasil

Bronze em Toronto 2015, Manuella Lyrio estará na delegação brasileira nas disputas na capital peruana. Nesta temporada, a nadadora de 30 anos nadou acima do tempo que garantiu a medalha há quatro anos, mas deve brigar diretamente por pódio nos 200m livre feminino. A marca de 1m58s83 obtida no Troféu Maria Lenk já garantiria o título em outras edições menos concorridas do Pan.

Local da competição

Centro Aquático Pan-Americano
Local: Videna – Vila Deportiva Nacional (Lima)
Capacidade: 4.000 torcedores

Nossos pódios

Manuella Lyrio garantiu a medalha de bronze em Toronto

Além do bronze de Manuella Lyrio, o Brasil esteve entre os três melhores colocados em outras duas oportunidades: Mariana Brochado (Santo Domingo 2003) e Monique Ferreira (Rio de Janeiro 2007) também fecharam com a terceira posição. Apesar da tradição na modalidade, as brasileiras ocupam apenas o sexto melhor retrospecto desde Buenos Aires 1951.

Medalhistas

ANO Medalha de ouro TEMPO Medalha de prata TEMPO Medalha de bronze TEMPO
1951 Ana María Schultz
Argentina Argentina
2:32.4 Betty Brey
United States EUA
2:33.3 Eileen Holt
Argentina Argentina
2:36.5
1955 Wanda Werner
United States EUA
2:32.5 Liliana Gonzalias
Argentina Argentina
2:32.9 Gilda Aranda
Mexico México
2:33.6
1959 Chris von Saltza
United States EUA
2:18.5 Shirley Stobs
United States EUA
2:22.9 Joan Spillane
United States EUA
2:23.0
1963 Robyn Johnson
United States EUA
2:17.5 Terri Stickles
United States EUA
2:18.4 Lynne Pomfret
Canada Canadá
2:28.4
1967 Pam Kruse
United States EUA
2:11.91 Marion Lay
Canada Canadá
2:14.68 Angela Coughlan
Canada Canadá
2:15.66
1971 Kim Peyton
United States EUA
2:09.62 Angela Coughlan
Canada Canadá
2:10.56 Olga de Angulo
Colombia Colômbia
2:14.34
1975 Kim Peyton
United States EUA
2:04.57 Gail Amundrud
Canada Canadá
2:05.87 Anne Jardin
Canada Canadá
2:07.68
1979 Cynthia Woodhead
United States EUA
1:58.43 Kim Linehan
United States EUA
2:01.92 Gail Amundrud
Canada Canadá
2:03.38
1983 Cynthia Woodhead
United States EUA
2:01.33 Mary Wayte
United States EUA
2:02.21 Julie Daigneault
Canada Canadá
2:02.36
1987 Silvia Poll
Costa Rica Costa Rica
2:00.02 Whitney Hedgepeth
United States EUA
2:02.06 Sara Linke
United States EUA
2:04.00
1991 Lisa Jacob
United States EUA
2:02.06 Barbara Metz
United States EUA
2:02.92 Kim Paton
Canada Canadá
2:04.73
1995 Cristina Teuscher
United States EUA
2:01.49 Marianne Limpert
Canada Canadá
2:02.05 Dady Vincent
United States EUA
2:03.37
1999 Jessica Deglau
Canada Canadá
2:00.65 Janelle Atkinson
Jamaica Jamaica
2:01.11 Talor Bendel
United States EUA
2:03.18
2003 Dana Vollmer
United States EUA
1:59.80 Colleen Lanne
United States EUA
2:01.98 Mariana Brochado
Brazil Brasil
2:02.08
2007 Ava Ohlgren
United States EUA
2:00.03 Stephanie Horner
Canada Canadá
2:00.29 Monique Ferreira
Brazil Brasil
2:01.38
2011 Catherine Breed
United States EUA
2:00.08 Chelsea Nauta
United States EUA
2:00.62 Andreina Pinto
Venezuela Venezuela
2:00.79
2015 Allison Schmitt
United States EUA
1:56.23 Emily Overholt
Canada Canadá
1:57.55 Manuella Lyrio
Brazil Brasil
1:58.03

Quadro de medalhas

Posição País Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total
1 United States EUA 14 9 4 27
2 Canada Canadá 1 6 6 13
3 Argentina Argentina 1 1 1 3
4 Costa Rica Costa Rica 1 0 0 1
5 Jamaica Jamaica 0 1 0 1
6 Brazil Brasil 0 0 3 3
7 Mexico México 0 0 1 1
Colombia Colômbia 0 0 1 1
Venezuela Venezuela 0 0 1 1

A prova

Nesta prova, o nadador fica em posição horizontal, com a face voltada para o fundo da piscina e respira quando vira a cabeça para as laterais. As pernas agem no movimento parecido com uma tesoura, batendo os pés sobre a água e ao mesmo tempo gira os braços na linha do corpo, alternando-os em batida sobre a superfície da água. Por incrível que pareça, as provas de nado livre, o atleta pode escolher qual o estilo deseja nadar. Porém, todos preferem o crawl porque é o nado que alcança maior velocidade, logo, o crawl é chamado de nado livre e vice-versa.

Nas viradas de cada prova, o nadador deve tocar a parede da piscina com alguma parte do corpo e nas saídas destas viradas, o nadador pode ficar submerso até os primeiros 15 metros, do qual a partir deste ponto a cabeça deve cortar a superfície da água. Vence quem finalizar o percurso primeiro, consequentemente em menos tempo.